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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/3082</link>
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    <pubDate>Thu, 20 Jun 2013 08:50:21 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-06-20T08:50:21Z</dc:date>
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      <title>Comportamento Interpessoal do Professor: um reflexo da sua auto-eficácia?</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9428</link>
      <description>Title: Comportamento Interpessoal do Professor: um reflexo da sua auto-eficácia?
Authors: Fernandes, Ana Paula Mateus
Abstract: Constitui objectivo deste estudo perceber se o comportamento interpessoal entre professores e alunos varia com o nível de auto-eficácia docente.&#xD;
A nível metodológico, o estudo iniciou-se com a aplicação de um questionário para avaliar o optimismo do professor nas dimensões auto-eficácia, confiança nos alunos e nos pais e ênfase académica a uma amostra de quarenta e nove professores, na Escola Secundária Quinta do Marquês, em Oeiras. &#xD;
Para avaliar a dimensão auto-eficácia foi utilizado o Questionário de Auto-Eficácia do Professor (Teacher Self- Efficacy Scale – TSES) na versão reduzida de 12 itens da escala OSTES (Ohio State Teacher Efficacy Scale) de M. Tchannen-Moran e Anita Woolfolk Hoy (2001), adaptada e traduzida para português (Conceição, 2008). Estes 12 itens do TSES englobam a eficácia para as estratégias de instrução (4 itens), a eficácia para a gestão das aulas (4 itens) e eficácia para o envolvimento dos alunos (4 itens). Numa segunda fase, de modo a alcançar o objectivo deste estudo, foram recolhidos dados através do Questionário de Interacção do Professor (QIP) de Wubbels &amp; Levy (1992), tradução do QTI (Questionnaire on Teacher Interaction) constituído por 48 itens, o qual foi aplicado em dez turmas, num total de 230 alunos, de 5 professores, seleccionados entre os 49 participantes. Pretendia-se, inicialmente, que o critério de selecção da amostra fosse apurar dois grupos de professores com valores extremos de auto-eficácia: o grupo I -“professores com elevado sentimento de auto – eficácia” e o grupo II- “professores com baixo sentimento de auto – eficácia” na sua actividade profissional. Tal objectivo não foi possível dada a recusa de muitos professores tendo sido os cinco casos seleccionados, não por apresentarem resultados extremos na avaliação da sua auto-eficácia mas porque se voluntariaram para o estudo. Para cada um destes cinco professores, analisou-se o seu optimismo profissional nas dimensões auto-eficácia, confiança nos alunos e nos pais e ênfase académica e, posteriormente, elaborou-se o seu perfil de comportamento interpessoal partindo da análise da opinião de alunos de duas turmas por professor.&#xD;
Por forma a validar os resultados, deram-se a conhecer aos professores implicados as conclusões do respectivo perfil, ficando estes a conhecer o modo como os seus alunos “os vêem”, levando-os a reflectir sobre o seu perfil, a avaliar a maneira se aproximam ou se afastam daquilo que pensam “ser” e do que “realmente são”.&#xD;
Os resultados obtidos revelam que o QIP é válido pelas inter-relações que permite fazer e pela forma como os professores se revêem nos seus resultados. Os resultados mostram que as três dimensões do optimismo não se encontram directamente correlacionadas e todas as suas combinações são possíveis. O estudo revela ainda que professores moderadamente optimistas apresentam perfis de comportamento caracterizado por grande proximidade e influência, sendo cooperantes. &#xD;
Consistentes com a literatura, os resultados obtidos permitem concluir que a variável de ordem emocional e cognitiva – a crença da auto-eficácia – influencia a actividade dos professores, mas não é determinante no estilo de comportamento interpessoal destes com os alunos.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação</description>
      <pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9428</guid>
      <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Produção e Compreensão de Interrogativas Parciais em Crianças com Português Língua Não Materna</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9263</link>
      <description>Title: Produção e Compreensão de Interrogativas Parciais em Crianças com Português Língua Não Materna
Authors: Vieira, Vanda Lúcia Rosa
Abstract: Este estudo tem como principal objetivo analisar a produção e a compreensão de interrogativas parciais de sujeito (IS) e de objeto (IO) em crianças com Português Língua Não Materna (PLNM).&#xD;
Neste estudo participaram dois grupos de controlo: grupo de controlo 1 – resultados de Cerejeira (2009) - composto por 60 crianças aprendentes de Português L1, com idades compreendidas entre 3;2 e 5;11 anos; grupo de controlo 2 - composto por 20 crianças aprendentes de Português L1 com idades compreendidas entre 6;7 e 10;8 anos. O grupo de estudo foi composto por 5 crianças com Mandarim L1; uma criança com Neerlandês L1 e uma criança com Russo L1. O grupo PLNM revelou uma média de idade igual a 8,3 anos.&#xD;
Para testar a produção e compreensão de interrogativas parciais utilizaram-se testes adaptados por Cerejeira (2009), partindo de vários testes desenvolvidos por Naama Friedmann e Maria Teresa Guasti. A produção de interrogativas parciais foi testada através de um teste de elicitação de interrogativas de sujeito e de objeto Q-leve (com verbos semanticamente reversíveis e irreversíveis). Para a compreensão de interrogativas parciais foram aplicados dois testes de identificação de imagens. Foi utilizado um teste para avaliar a compreensão de interrogativas de sujeito e de objeto Q-leve (com verbos semanticamente reversíveis e irreversíveis) e utilizou-se outro teste para avaliar a compreensão de interrogativas de sujeito e de objeto D-linked (com verbos semanticamente reversíveis).&#xD;
Os resultados dos testes de produção sugerem existir assimetrias entre IS e IO, com pior desempenho em interrogativas de objeto e em contexto de reversibilidade. Tal verificou-se, também, nos resultados dos dois grupos de controlo. Os resultados dos testes de compreensão sugerem a existência de uma assimetria entre interrogativas Q-leve e interrogativas D-linked, com pior desempenho nas últimas. Em ambas as tarefas de compreensão o grupo PLNM revelou um desempenho inferior ao do grupo de controlo da sua faixa etária.&#xD;
Cruzando os dados das crianças com PLNM com os dados das crianças com Português Europeu (PE) L1, supõe-se que pelo menos alguns dos processos assumidos em L1 também se encontram em L2 e que as dificuldades encontradas ao nível das interrogativas se devam a questões de processamento. Foram encontradas evidências de acesso à Gramática Universal (GU).
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem na Criança – Área de Especialização em Educação e Ensino da Língua</description>
      <pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9263</guid>
      <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Implicaturas Escalares e Propriedades Semânticas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9262</link>
      <description>Title: Implicaturas Escalares e Propriedades Semânticas
Authors: Vieira, Sandra Isabel Santos
Abstract: Grice (1975) defende uma distinção entre significado semântico (lógico) e significado pragmático, bem como máximas conversacionais que regem a interpretação pragmática. A interpretação de um enunciado constituído por quantificadores pode apresentar diferentes valores de verdade dependendo do tipo de significado que lhe é atribuído. Este estudo tem como objetivos verificar se as crianças com Perturbação Específica do Desenvolvimento da Linguagem (PEDL), uma perturbação que compromete estruturas linguísticas, apresentam assimetrias quanto aos diferentes tipos de propriedades, semânticas e pragmáticas, dos enunciados quantificados, e se essas assimetrias estão relacionadas com o tipo de polaridade e o nível de complexidade dos quantificadores. Pretende-se, igualmente, verificar se as crianças com PEDL diferem na interpretação de enunciados com quantificadores em relação a crianças com a mesma idade cronológica e com a mesma idade linguística.&#xD;
Como método recorreu-se a uma tarefa de juízo de valor de verdade, adotada de Katsos et al. (2011) e adaptada para o português europeu, designando-a de Teste de Implicaturas Escalares (TIE). Esta tarefa é constituída por itens referentes a enunciados quantificados com “todos”, “nenhum”, “alguns”, “alguns… não”, “a maioria” e “a maioria…não”, visando verificar a competência de crianças portuguesas com PEDL na interpretação dos mesmos. A tarefa contém três tipos de itens: enunciados que, segundo o significado lógico, representam duas condições, a verdadeira e a falsa, por um lado; e, por outro lado, enunciados que, segundo o significado pragmático, são logicamente verdadeiros mas subinformativos. A amostra é constituída por 9 crianças com PEDL, tendo sido também considerados dois grupos de controlo, um referente à idade cronológica (IC), e outro referente à idade linguística (IL), constituído por 9 participantes cada. Os resultados foram analisados, segundo a média de respostas fornecidas pelo grupo PEDL e pelos grupos de controlo, recorrendo, primeiramente, a uma análise intragrupos e, posteriormente, a uma análise intergrupos. Conclui-se que a polaridade e a complexidade dos quantificadores influenciam a interpretação dos enunciados, embora de forma pouco significativa; quer na interpretação semântica quer na interpretação pragmática, o grupo PEDL revela dificuldades, apresentando um desempenho pouco consistente, o que poderá ser indicativo de um conhecimento ainda incompleto ou indeterminado das propriedades relevantes.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem na Criança, área de Especialização em Terapia da Fala e Perturbações da Linguagem</description>
      <pubDate>Thu, 01 Mar 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9262</guid>
      <dc:date>2012-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Flexão Nominal e nominalizações agentivas instrumentais em crianças com perturbações específicas do desenvolvimento da linguagem. Estudo de caso comparativo</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9261</link>
      <description>Title: Flexão Nominal e nominalizações agentivas instrumentais em crianças com perturbações específicas do desenvolvimento da linguagem. Estudo de caso comparativo
Authors: Oliveira, Ana Cristina Fernandes
Abstract: No âmbito da língua portuguesa, a existência de dificuldades morfológicas nas&#xD;
crianças com Perturbações Específicas do Desenvolvimento da Linguagem (PEDL)&#xD;
constitui um objeto de estudo que tem merecido escassa atenção. Todavia, é consensual a&#xD;
literatura realizada para outras línguas, demonstrando a existência de dificuldades ao nível&#xD;
da morfologia flexional. Apesar de ser unânime a existência de dificuldades de flexão&#xD;
verbal, a flexão nominal tem sido alvo de controvérsias: alguns autores defendem a&#xD;
existência de dificuldades na realização do plural por parte desta população, enquanto&#xD;
outros afirmam que não existem evidências de dificuldades neste domínio.&#xD;
Comparativamente com a morfologia flexional, a morfologia derivacional&#xD;
apresenta-se como a grande lacuna na descrição dos défices morfológicos nas crianças com&#xD;
PEDL. Por serem escassos os estudos referentes a esta temática, são poucos os dados&#xD;
relativos a crianças com PEDL que permitam corroborar, convincentemente, a hipótese da&#xD;
organização modular da morfologia no léxico mental. Esta hipótese defende que os&#xD;
processos de derivação e flexão são representados independentemente no léxico,&#xD;
apresentando-se como subcomponentes autónomos (Miceli &amp; Caramazza, 1988).&#xD;
Este estudo tem como objetivo verificar se as crianças com PEDL apresentam&#xD;
dificuldades na flexão nominal e na derivação, em português, e retirar conclusões, a partir&#xD;
dos resultados, sobre a representação da derivação e da flexão no léxico mental.&#xD;
Para este efeito, foi construído um teste que pretende investigar a flexão nominal&#xD;
em número e, no âmbito da morfologia derivacional, a produção de nomes agentivos (AG)&#xD;
e instrumentais (INST) deverbais, através de uma tarefa de produção elicitada que inclui&#xD;
itens relativos a palavras e a pseudopalavras.&#xD;
A amostra consiste em seis crianças monolingues com PEDL, com idades&#xD;
compreendidas entre os 4;8 e os 7;5. Realizou o teste, também, um grupo de controlo,&#xD;
constituído por nove crianças com desenvolvimento típico, com idades entre os 4;6 e os&#xD;
7;10.&#xD;
O cruzamento dos resultados do desempenho dos dois grupos demonstrou&#xD;
assimetrias nos itens de morfologia derivacional, favorecendo o grupo de controlo: este&#xD;
grupo evidenciou uma percentagem de 81.5% de respostas corretas nos itens relativos a&#xD;
palavras e pseudopalavras, enquanto as crianças com PEDL apresentaram, apenas, 41.6%&#xD;
de respostas corretas nos itens relativos a palavras e 23.6% nos itens de pseudopalavras.&#xD;
Contrariamente, nos itens de morfologia flexional, os resultados foram simétricos: ambos&#xD;
os grupos apresentaram percentagens totais de respostas corretas nos itens relativos a&#xD;
palavras; nos relativos a pseudopalavras, o grupo de controlo obteve, igualmente, uma&#xD;
percentagem total de respostas corretas, enquanto as crianças com PEDL apresentaram&#xD;
94.4% de respostas corretas.&#xD;
Pode concluir-se que, no momento da aplicação do teste, as crianças com PEDL&#xD;
estudadas não apresentavam dificuldades na flexão nominal em número; contudo,&#xD;
evidenciavam dificuldades no âmbito da morfologia derivacional. Os resultados indiciam, portanto, a existência de um défice seletivo da componente derivacional, o que enfatiza a&#xD;
sua autonomia funcional e permite inferir que flexão e derivação constituem&#xD;
subcomponentes autónomos do léxico mental.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à&#xD;
obtenção do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem&#xD;
na Criança, área de especialização em Terapia da Fala e Perturbações da&#xD;
Linguagem</description>
      <pubDate>Thu, 01 Sep 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9261</guid>
      <dc:date>2011-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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