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    <title>DSpace Community:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/2778</link>
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    <pubDate>Sun, 19 May 2013 10:42:11 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-19T10:42:11Z</dc:date>
    <item>
      <title>Anti-apolipoprotein A-I antibodies in the pathogenesis of Alzheimer disease : project plan</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9632</link>
      <description>Title: Anti-apolipoprotein A-I antibodies in the pathogenesis of Alzheimer disease : project plan
Authors: Ferreira, Isabel Patrícia da Rocha Amorim
Abstract: RESUMO: A doença de Alzheimer (AD) é a forma mais comum de demência em todo o mundo e sua prevalência deverá duplicar até 2050. Os mecanismos precisos responsáveis pela AD são desconhecidas mas as características histopatológicas estão bem caracterizadas. A hipótese mais importante para a perda neuronal e declínio cognitivo na AD é a cascata amilóide que indica que AD é o resultado da sobreprodução de beta amilóide (Aβ) e / ou remoção ineficaz; a acumulação do BA no cérebro seria o passo crítico na patogénese da AD. Actualmente, a identificação de proteínas que se ligam ao Aβ e modulam a sua agregação e neurotoxicidade pode proporcionar a base para novas abordagens terapêuticas. A apolipoproteína AI (ApoA-I), o principal componente das HDL humanas, interage com o domínio extracelular da proteína precursora de amilóide (APP), bem como com o Aβ. Estudos epidemiológicos têm mostrado uma diminuição acentuada da ApoA-I plasmática em doentes com AD, com uma correlação inversa entre o nível de ApoA-I e o risco de AD. Este trabalho pretende apresentar um projecto que tem como objectivo investigar se os anticorpos anti-apo AI podem impedir a formação de complexos Aβ / ApoA-I, bloqueando o efeito protector da ApoA-I. A hipótese baseia-se na possibilidade dos doentes com AD terem anticorpos anti-ApoA-I plasmáticos e de estes poderem interferir com a formação do complexo no LCR.------- &#xD;
ABSTRACT:Alzheimer’s disease (AD) is the most common form of dementia world-wide and its prevalence is expected to double by the year 2050. The precise mechanisms responsible for AD are unknown but the histopathologic features are well-characterised. The most compelling hypothesis for neuronal loss and cognitive decline in AD is the amyloid cascade hypothesis which states that AD is the result of amyloid beta (Aβ) overproduction and/or ineffective clearance and its accumulation in the brain would be the critical step in AD pathogenesis. Currently, identification of proteins that bind Aβ and modulate its aggregation and neurotoxicity could provide the basis for novel treatment approaches. Apolipoprotein A-I (ApoA-I), the main constituent of human HDL, ApoA-I interacts with the extracellular domain of amyloid precursor protein (APP), as well as with Aβ itself. Epidemiological studies have shown a marked decrease of plasma ApoA-I levels in AD patients, with an inverse correlation between the ApoA-I level and the risk of AD. This work intends to present a project that aims to investigate if anti-ApoA-I antibodies may prevent the formation of the Aβ /ApoA-I complex and by doing so blocking the protective effect of ApoA-I in AD. We base the hypothesis on the possibility that patients with AD might have anti-ApoA-I antibodies in plasma and that these can interfere with the complex formation in the cerebrospinal fluid (CSF).</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9632</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O2/CO2-sensitive cyclic AMP-signalling pathway in peripheral chemoreceptors</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9153</link>
      <description>Title: O2/CO2-sensitive cyclic AMP-signalling pathway in peripheral chemoreceptors
Authors: Nunes, Ana Rita Silva Martins
Abstract: RESUMO: O corpo carotídeo (CB) é um pequeno órgão sensível a variações na PaO2, PaCO2 e pH. As células tipo I (células glómicas) do corpo carotídeo, as unidades sensoriais deste órgão, libertam neurotransmissores em resposta às variações dos gases arteriais. Estes neurotransmissores atuam quer em&#xD;
recetores pré-sinápticos, localizados nas células tipo I, quer em recetores póssinápticos, localizados nas terminações do nervo do seio carotídeo, ou em&#xD;
ambos. A activação dos recetores pré-sinápticos modula a atividade do corpo&#xD;
carotídeo, enquanto que, a activação dos recetores pós-sinápticos, de carater&#xD;
excitatório, desencadeia um aumento da frequência de descarga das fibras do&#xD;
CSN, com subsequente despolarização dos neurónios do gânglio petroso, e&#xD;
posterior despolarização de um grupo específico de neurónios do centro&#xD;
respiratório central, desencadeando, como resposta final, hiperventilação. Estes&#xD;
recetores pré- e pós-sinápticos podem ser classificados em ionotrópicos ou&#xD;
metabotrópicos, estando os últimos acoplados a adenilatos ciclases transmembranares (tmAC). O mecanismo exato pelo qual as variações dos gases arteriais são detetadas pelo CB não se encontra ainda completamente elucidado, mas tem sido sugerido que alterações nos níveis de cAMP estejam associadas ao mecanismo de deteção de variações de O2 e CO2. Os níveis de cAMP podem ser regulados através da sua via de síntese, mediada por dois tipos de adenilatos&#xD;
ciclases: tmAC sensível aos eurotransmissores e adenilato ciclase solúvel (sAC)sensível a variações de HCO3/CO2, e pela sua via de degradação mediada por fosfodiesterases. A via de degradação do cAMP pode ser manipulada&#xD;
farmacologicamente, funcionando enquanto alvo terapêutico para o tratamento de&#xD;
patologias do foro respiratório (e.g. asma, hipertensão pulmonar, doença pulmonar obstructiva crónica e apneia do sono), que induzem um aumento da actividade do CB.O trabalho descrito nesta dissertação partiu da hipótese de que a actividade do CB é manipulada por fármacos, que interferem com a via de sinalização do cAMP, tendo sido nosso objectivo geral, investigar o papel do&#xD;
cAMP na quimiotransdução do CB de rato, e determinar se a actividade dos enzimas responsáveis pela via de sinalização do cAMP é ou não regulada por variações de O2/CO2. Assim, a relevância deste trabalho é a de estudar e identificar possíveis alvos moleculares (sAC, isoformas de tmAC e PDE) com potencial para serem usados no tratamento de patologias relacionadas com o&#xD;
controlo respiratório.&#xD;
A primeira parte do presente trabalho, centrou-se na caracterização farmacológica da PDE4 no CB e em tecidos não quimiorecetores (e.g. gânglio cervical superior e artérias carótidas), e na observação do efeito de hipóxia aguda&#xD;
na acumulação dos níveis de cAMP, induzidos pelos inibidores de PDE, nestes tecidos. A quantificação de cAMP foi efectuada por técnica imunoenzimática (EIA), tendo sido elaboradas curvas de dose-resposta para os efeitos de inibidores, não específicos (IBMX) e específicos para a PDE2 e PDE4 (EHNA, Rolipram e Ro 20-1724), nos níveis de cAMP acumulados, em situações de normóxia (20%O2/5%CO2) e hipóxia (5%O2/5%CO2). A caracterização das PDE no gânglio cervical superior foi aprofundada, utilizando-se a técnica de transferência de energia de ressonância por fluorescência (FRET) em culturas primárias de neurónios, na presença de inibidores não específicos (IBMX) e&#xD;
específicos para a PDE3 e PDE4 (milrinone e rolipram, respetivamente). Foram igualmente estudadas, através de RT-qPCR, as alterações na expressão de PDE3A-B e PDE4A-D, no gânglio cervical superior, em resposta a diferentes percentagens de oxigénio.&#xD;
Na segunda parte do trabalho investigou-se a via de síntese do cAMP no CB em resposta a variações na concentração de HCO3/CO2. Em concreto, o protocolo experimental centrou-se na caracterização da sAC, dado que a sua actividade é regulada por variações de HCO3/CO2. A caracterização da expressão e regulação da sAC, em resposta a variações de HCO3/CO2 ,foi efectuada no CB e em tecidos não quimioreceptores periféricos (e.g. gânglio cervical superior, petroso e nodoso) por qRT-PCR. A actividade deste enzima foi caracterizada indirectamente através da quantificação dos níveis de cAMP (quantificação por EIA), induzidos por diferentes concentrações de HCO3/CO2, na presença de MDL-12,33-A, um inibidore da tmAC. A expressão das isoformas da tmAC no CB e gânglio petroso foi determinada por RT-qPCR. Adicionalmente, estudámos a&#xD;
contribuição relativa da tmAC e sAC no mecanismo de sensibilidade ao CO2 no&#xD;
CB. Para o efeito foram estudadas as alterações: 1) nos níveis de cAMP&#xD;
(quantificado por EIA) na presença de diferentes concentrações de HCO3/CO2 e&#xD;
ao longo do tempo (5-30 min); 2) na ativação da proteína cinase A (PKA, FRET baseado em sensores) em células tipo I do CB; e 3) na frequência de descarga do CSN (registos) na presença e ausência de ativadores e inibidores da sAC,tmAC e PKA. Por último, foi caracterizada a expressão e actividade da sAC nos quimioreceptors centrais (locus ceruleus, rafe e medula ventro-lateral) através de técnicas de RT-qPCR e EIA. A expressão das isoformas da tmAC foi aprofundada no locus coeruleus através de RT-qPCR. Por fim, comparámos a contribuição da tmAC e sAC nos níveis de cAMP no locus coeruleus em condições de normocapnia e hipercapnia.O nosso trabalho teve os seguintes resultados principais: 1) PDE4 está&#xD;
funcional no corpo carotídeo, artérias carótidas e gânglio cervical superior de rato, embora a PDE2 só se encontre funcional neste último; 2) Os efeitos dos inibidores de PDE nos níveis de acumulação de cAMP foram exacerbados em situações de hipóxia aguda no CB e artérias carótidas, mas foram atenuados no gânglio cervical superior; 3) No gânglio cervical superior, diferentes tipos de células apresentaram uma caracterização específica de PDEs, sugerindo uma subpopulação de células neste gânglio com funções fisiológicas distintas; 4)&#xD;
Embora todas as isoformas de PDE4 e PDE3 estivessem presentes no gânglio, a PDE3a, PDE4b e a PDE4d foram as isoformas mais expressas. Por outro lado, incubações de gânglio cervical superior, em diferentes percentagens de oxigénio, não alteraram (não regularam) significativamente a expressão das diferentes isoformas de PDE neste órgão; 5) a sAC encontra-se expressa e funcional no CB e nos quimiorecetores centrais estudados (locus coeruleus, rafe e medula&#xD;
ventrolateral). A sAC apresenta maior expressão no CB comparativamente aos&#xD;
restantes orgãos estudados, exceptuando os testículos, orgão controlo. Variações&#xD;
de HCO3/CO2 de 0/0 para 24/5 aumentaram os níveis de cAMP no CB e quimiorecetores centrais, tendo sido o aumento mais significativo observado no CB. Concentrações acima dos 24mM HCO3/5%CO2 não induziram alterações nos níveis de cAMP, sugerindo que a actividade da sAC se encontra saturada em&#xD;
condições fisiológicas (normocapnia) e que este enzima não desempenha qualquer papel na deteção de situações de hipercapnia; 6) No CB, a expressão das isoformas tmAC1, tmAC4, tmAC6 e tmAC9 é mais elevada comparativamente à expressão da sAC; 7) Utilizamos diferentes inibidores da&#xD;
tmAC (MDL 12-330A, 500μM, 2’5’-ddADO, 30-300μM, SQ 22536, 200μM) e da&#xD;
sAC (KH7, 10-100μM) para estudar a contribuição relativa destes enzimas na&#xD;
acumulação do cAMP no CB. Tanto a tmAC como a sAC contribuem para a acumulação dos níveis de cAMP em condições de hipercapnia. Contudo, existe um maior efeito destes inibidores nas condições de 12 mM HCO3/2.5%CO2 do que em condições de normocapnia e hipercapnia, sugerindo um papel relevante destes enzimas na atividade do CB em situações de hipocapnia; 8) Não se&#xD;
observaram variações nos níveis de cAMP em resposta a diferentes concentrações de HCO3/CO2 ao longo do tempo (5-30 min). O efeito inibitório induzido por ddADO e KH7 foi sobreponível após 5 ou 30 minutos de incubação em todas as concentrações de HCO3/CO2 estudadas; 9) Por último, verificou-se um aumento na frequência da descarga do nervo do seio carotídeo entre as&#xD;
condições de normocapnia e hipercapnia acídica. Ao contrário do KH7 (10μM), o&#xD;
2’5’-ddADO reduziu significativamente a frequência de descarga do nervo, quer&#xD;
em condições de normocapnia quer de hipercapnia acídica. Contudo, não se&#xD;
verificou aumento na frequência de descarga do nervo entre normocapnia e hipercapnia isohídrica, sugerindo que a sensibilidade à hipercapnia no CB é mediada por variações de pH. Em conclusão, os resultados decorrentes deste trabalho permitiram demonstrar que, embora os enzimas que medeiam a via de sinalização do cAMP possam ser bons alvos terapêuticos em condições particulares, a sua actividade não é específica para o CB. Os resultados sugerem ainda que o cAMP não é um mediador específico da transdução à hipercapnia neste orgão. Contudo, os&#xD;
nossos resultados demonstraram que os níveis de cAMP são mais elevados em condições fisiológicas, o que sugere que o cAMP possa ter uma função homeostática neste orgão. Por último, o presente trabalho demonstrou que os&#xD;
aumentos de cAMP descritos por outros em condições de hipercapnia, não são&#xD;
observáveis quando o pH se encontra controlado. ------------------ ABSTRACT: The work presented in this dissertation was aimed to establish how specific is&#xD;
cAMP-signaling pathways in the CB mainly in different CO2 conditions and how O2&#xD;
concentrations alter/drives the manipulation of cAMP signaling in the CB. The&#xD;
experimental studies included in this thesis sought to investigate the role of cAMP&#xD;
in the rat CB chemotransduction mechanisms and to determine whether the enzymes that participate in cAMP signal transduction in the CB are regulated by O2/CO2. We characterized the enzymes involved in the cAMP-signaling pathway in the CB (sAC, tmAC, PDE) under different O2/CO2 conditions. Our results demonstrated that many of these enzymes are involved in CO2/O2 sensing and&#xD;
while they may be useful in treating conditions with alterations in CO2/O2 sensing,they will not be specific to chemoreception within the CB: 1) PDE4 is ubiquitously expressed in CB and non-chemoreceptor related tissues and their affinity to inhibitors change with O2 tensions in both CB and carotid arteries, and 2) sAC and tmAC are expressed in peripheral and central chemo- and non-chemoreceptor tissues and their effect on cAMP levels do not change between normocapnic and isohydric hypercapnic conditions. Our results provide evidence against a specific role of cAMP as a mediator for O2 and CO2 chemotransduction in the rat CB and emphasized the role of pH in CO2 sensitivity of the CB. Furthermore, our results demonstrate that cAMP levels are maintained higher under physiological&#xD;
conditions, supporting recent finding from our lab, which all together suggests that&#xD;
cAMP has a homeostatic function in this organ.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9153</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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      <title>Homogneous time resolved fluorescence: a new technique for detection and quantifications of infliximab in autoimmune patients </title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9083</link>
      <description>Title: Homogneous time resolved fluorescence: a new technique for detection and quantifications of infliximab in autoimmune patients 
Authors: Neves, Marisa Alexandra Fernandes das
Abstract: RESUMO:As terapias biológicas revolucionaram o tratamento das doenças autoimunes nos últimos anos. Tipicamente têm como alvos mediadores importantes no mecanismo das doenças. Os antagonistas do fator de necrose tumoral-α (TNF-α) são um grupo de agentes biológicos muito prescrito, pois estão indicados no tratamento de doenças imuno-mediadas comuns, tais como artrite reumatoide, artrite idiopática juvenil, artrite psoriática, espondilite anquilosante, doença de Crohn e colite ulcerosa. Com o uso frequente de inibidores do TNF-α, tem-se tornado evidente que estes agentes têm um potencial imunogénico importante, que pode comprometer o prognóstico a longo prazo dos doentes cronicamente tratados. A produção de anticorpos anti-fármaco parece causar falência terapêutica secundária em muitos doentes. Um dos efeitos dos anticorpos anti-fármaco é o aumento da eliminação do fármaco. A eliminação do fármaco, por sua vez, varia entre indivíduos, refletindo diferentes perfis farmacocinéticos. A determinação dos níveis séricos mínimos do agente anti-TNF-α é assim muito informativa e pode auxiliar nas decisões terapêuticas. Contudo, os testes imunológicos para determinar as concentrações séricas do fármaco não estão facilmente disponíveis na prática clínica.&#xD;
De forma a investigar uma nova técnica potencialmente fidedigna e prática para a deteção e quantificação dos agentes biológicos anti-TNF-α, foi testada a técnica por HTRF (homogeneous time-resolved fluorescence resonance energy transfer) para a determinação de concentrações séricas de infliximab. Apesar de apresentar algumas limitações relacionadas com as condições de leitura da fluorescência, esta técnica provou obter resultados próximos das concentrações obtidas por ELISA (enzyme-linked immunosorbent assay) bridging. Adicionalmente, tem a vantagem de ser de execução muito mais fácil e rápida. Deste modo, a técnica por HTRF poderá ser otimizada e tornar-se uma valiosa ferramenta laboratorial para orientar as decisões terapêuticas em doentes autoimunes com falência da terapêutica anti-TNF-α.--------- ABSTRACT: Biologic therapies revolutionized the treatment of autoimmune diseases in the last years. Typically, they target important disease mediators. Tumor necrosis factor-alpha (TNF-α) antagonists constitute a very prescribed group of biologic agents as they are indicated for the treatment of common immune-mediated diseases, such as rheumatoid arthritis, juvenile idiopathic arthritis, psoriatic arthritis, ankylosing spondylitis, Crohn’s disease and ulcerative colitis. With the increasing use of TNF-α inhibitors it has been noticed that they have an important immunogenic potential that can compromise long-term outcomes in chronically treated patients. The production of anti-drug antibodies seems to cause secondary therapeutic failure in many patients. One of the effects of anti-drug antibodies is the enhancement of drug clearance. Drug clearance, in turn, varies among individuals, reflecting different pharmacokinetic profiles. Determination of serum anti-TNF-α drug trough levels is though very informative and could support treatment decisions. However, immunologic assays to determine drug serum concentrations are not readily available in clinical practice.&#xD;
In order to investigate a potentially reliable and practical new technique for detection and quantification of anti-TNF-α biologic agents, homogeneous time-resolved fluorescence resonance energy transfer (HTRF) technique was tested for determination of serum infliximab concentrations. Although presenting some limitations related with fluorescence reading conditions, this technique proved to give results close to the concentrations obtained by the widely used bridging enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA). In addition, it has the advantage of being much easier and faster to perform. Thus, HTRF technique can be optimized and become a valuable laboratorial tool to guide treatment decisions in autoimmune patients with anti-TNF-α therapy failure.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9083</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Mecanismos de inflamação brônquica  resultantes da exposição a factores  ambientais</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/8339</link>
      <description>Title: Mecanismos de inflamação brônquica  resultantes da exposição a factores  ambientais
Authors: Martins, Pedro Miguel Carvalho Diogo  Carreiro 
Abstract: RESUMO&#xD;
Tratando-se a asma de uma doença respiratória, desde há várias décadas que tem sido abordada a hipótese de que factores ambientais, nomeadamente os relacionados com a qualidade do ar inalado, possam contribuir para o seu agravamento. Para além dos&#xD;
aeroalergenos, outros factores ambientais como a poluição atmosférica estarão&#xD;
associados às doenças respiratórias.&#xD;
O ar respirado contém uma variedade de poluentes atmosféricos, provenientes quer de&#xD;
fontes naturais quer de origem antropogénica, nomeadamente de actividades industriais, domésticas ou das emissões de veículos. Estes poluentes, tradicionalmente considerados como um problema de foro ambiental, têm sido cada vez mais encarados como um problema de saúde pública. Também a qualidade do ar interior, tem sido associada a queixas respiratórias, não só em termos ocupacionais mas também em exposições&#xD;
domésticas.&#xD;
Dentro dos principais poluentes, encontramos a matéria particulada (como as PM10), o&#xD;
O3, NO2, e os compostos orgânicos voláteis (COVs). Se é verdade que os três primeiros&#xD;
têm como principais fontes de exposição a combustão fóssil associada aos veículos&#xD;
automóveis, já os COVs (como o benzeno, tolueno, xileno, etilbenzeno e formaldeído)&#xD;
são poluentes mais característicos do ar interior.&#xD;
Os mecanismos fisiopatológicos subjacentes à agressão dos poluentes do ar não se&#xD;
encontram convenientemente esclarecidos. Pensa-se que após a sua inalação, induzam&#xD;
um grau crescente de stress oxidativo que será responsável pelo desenvolvimento da&#xD;
inflamação das vias aéreas. A progressão do stress oxidativo e da inflamação, associarse-&#xD;
ão posteriormente a lesão local (pulmonar) e sistémica.&#xD;
Neste trabalho pretendeu-se avaliar os efeitos da exposição individual a diversos&#xD;
poluentes, do ar exterior e interior, sobre as vias aéreas, recorrendo a parâmetros&#xD;
funcionais, inflamatórios e do estudo do stress oxidativo. Neste sentido, desenvolveu-se um estudo de painel na cidade de Viseu, em que foram acompanhadas durante 18 meses, 51 crianças com história de sibilância, identificadas pelo questionário do estudo ISAAC. As crianças foram avaliadas em quatro Visitas (quatro medidas repetidas),&#xD;
através de diversos exames, que incluíram execução de espirometria com&#xD;
broncodilatação, medição ambulatória do PEF, medição de FENO e estudo do pH no&#xD;
condensado brônquico do ar exalado. O estudo dos 8-isoprostanos no condensado&#xD;
brônquico foi efectuado somente em duas Visitas, e o do doseamento de malonaldeído&#xD;
urinário somente na última Visita.&#xD;
Para além da avaliação do grau de infestação de ácaros do pó do colchão, para cada&#xD;
criança foi calculado o valor de exposição individual a PM10, O3, NO2, benzeno,&#xD;
tolueno, xileno, etilbenzeno e formaldeído, através de uma complexa metodologia que&#xD;
envolveu técnicas de modelação associadas a medições directas do ar interior (na casa e&#xD;
escola da criança) e do ar exterior.&#xD;
Para a análise de dados foram utilizadas equações de estimação generalizadas com uma&#xD;
matriz de correlação de trabalho uniforme, com excepção do estudo das associações&#xD;
entre poluentes, 8-isoprostanos e malonaldeído.&#xD;
Verificou-se na análise multivariável a existência de uma associação entre o&#xD;
agravamento dos parâmetros espirométricos e a exposição aumentada a PM10, NO2,&#xD;
benzeno, tolueno e etilbenzeno. Foram também encontradas associações entre diminuição do pH do EBC e exposição crescente a PM10, NO2, benzeno e etilbenzeno e associações entre valores aumentados de FENO e exposição a etilbenzeno e tolueno. O benzeno, o tolueno e o etilbenzeno foram associados com maior recurso a broncodilatador nos 6 meses anteriores à Visita e o tolueno com deslocações ao serviço de urgência.&#xD;
Os resultados dos modelos de regressão que incluíram o efeito do poluente ajustado&#xD;
para o grau de infestação de ácaros do pó foram, de uma forma geral, idênticos ao da&#xD;
análise multivariável anterior, com excepção das associações para com o FENO. Nos&#xD;
modelos de exposição com dois poluentes, com o FEV1 como variável resposta, somente o benzeno persistiu com significado estatístico. No modelo com dois poluentes&#xD;
tendo o pH do EBC como variável resposta, somente persistiram as PM10. Os 8-isoprostanos correlacionaram-se com alguns COVs, designadamente etilbenzeno,&#xD;
xileno, tolueno e benzeno. Os valores de malonaldeído urinário não se correlacionaram&#xD;
com os valores de poluentes. Verificou-se no entanto que de uma forma geral, e em&#xD;
particular mais uma vez para os COVs, as crianças mais expostas a poluentes,&#xD;
apresentaram valores superiores de malonaldeído na urina.&#xD;
Verificou-se que os poluentes do ar em geral, e os COVs em particular, se associaram&#xD;
com uma deterioração das vias aéreas. A exposição crescente a poluentes associou-se&#xD;
não só com obstrução brônquica, mas também com FENO aumentado e maior acidez&#xD;
das vias aéreas. A exposição crescente a COVs correlacionou-se com um maior stress&#xD;
oxidativo das vias aéreas (medido pelos 8-isoprostanos). As crianças com exposição&#xD;
superior a COVs apresentaram maiores valores de malonaldeído urinário.&#xD;
Este trabalho sugere uma associação entre exposição a poluentes, inflamação das vias&#xD;
aéreas e stress oxidativo. Vem reforçar o interesse dos poluentes do ar, nomeadamente&#xD;
os associados a ambientes interiores, frequentemente esquecidos e que poderão ser&#xD;
explicativos do agravamento duma criança com sibilância.-----------ABSTRACT: Asthma is a chronic respiratory disease that could be influenced by environmental factors, as allergens and air pollutants.&#xD;
The air breathed contains a diversity of air pollutants, both from natural or&#xD;
anthropogenic sources. Atmospheric pollution, traditionally considered an&#xD;
environmental problem, is nowadays looked as an important public health problem.&#xD;
Indoor air pollutants are also related with respiratory diseases, not only in terms of&#xD;
occupational exposures but also in domestic activities.&#xD;
Particulate matter (such as PM10), O3, NO2 and volatile organic compounds (VOCs) are&#xD;
the main air pollutants. The main source for PM10, O3, NO2 exposure is traffic exhaust&#xD;
while for VOCs (such as benzene, toluene, xylene, ethylbenzene and phormaldehyde)&#xD;
the main sources for exposure are located in indoor environments.&#xD;
The pathophysiologic mechanisms underlying the aggression of air pollutants are not&#xD;
properly understood. It is thought that after inhalation, air pollutants could induce&#xD;
oxidative stress, which would be responsible for airways inflammation. The progression&#xD;
of oxidative stress and airways inflammation, would contribute for the local and systemic effects of the air pollutants.&#xD;
The present study aimed to evaluate the effects of individual exposure to various&#xD;
pollutants over the airways, through lung function tests, inflammatory and oxidative&#xD;
stress biomarkers. In this sense, we developed a panel study in the city of Viseu, that included 51 children with a history of wheezing. Those children that were identified by the ISAAC questionnaire, were followed for 18 months. Children were assessed four times (four repeated measures) through the following tests: spirometry with&#xD;
bronchodilation test, PEF study, FENO evaluation and exhaled breath condensate pH&#xD;
measurement. 8-isoprostane in the exhaled breath condensate were also measured but&#xD;
only in two visits. Urinary malonaldehyde measurement was performed only in the last&#xD;
visit. Besides the assessment of the house dust mite infestation, we calculated for each child the value of individual exposure to a wide range of pollutants: PM10, O3, NO2, benzene, toluene, xylene, ethyl benzene and formaldehyde. This strategy used a complex methodology that included air pollution modelling techniques and direct measurements indoors (homes and schools) and outdoors. Generalized estimating equations with an exchangeable working correlation matrix were used for the analysis of the data. Exceptions were for the study of associations between air pollutants, malonaldehyde and 8-isoprostanes.&#xD;
In the multivariate analysis we found an association between worsening of spirometric&#xD;
outcomes and increased exposure to PM10, NO2, benzene, toluene and ethylbenzene. In&#xD;
the multivariate analysis we found also negative associations between EBC pH and&#xD;
exposure to PM10, NO2, benzene, ethylbenzene and positive associations between FENO&#xD;
and exposure to ethylbenzene and toluene. Benzene, toluene and ethylbenzene were&#xD;
associated with increased use of bronchodilator in the 6 months prior to the visit and toluene with emergency department visits.&#xD;
Results of the regression models that included also the effect of the pollutant adjusted for the degree of infestation to house dust mites, were identical to the previous models.&#xD;
Exceptions were for FENO associations. In the two-pollutant models, with the FEV1 as&#xD;
dependent variable, only benzene persisted with statistical significance. In the two pollutant model with pH of EBC as dependent variable, only PM10 persisted.&#xD;
8-isoprostanes were well correlated with some VOCs, namely with ethylbenzene,&#xD;
xylene, toluene and benzene. Urinary malonaldehyde did not present any correlation&#xD;
with air pollutants exposure. However, those children more exposed to air pollutants&#xD;
(namely to VOCs), presented higher values of malonaldehyde.&#xD;
It was found that air pollutants in general, and namely VOCs, were associated with&#xD;
deterioration of the airways. The increased exposure to air pollutants was associated not&#xD;
only with airways obstruction, but also with increased FENO and higher acidity of the&#xD;
airways. The increased exposure to VOCs was correlated with increased airways oxidative stress (measured by 8-isoprostane). Children with higher levels of exposure to VOCs had higher values of urinary malonaldehyde.&#xD;
This study suggests a relation between air pollution, airways inflammation and&#xD;
oxidative stress. It suggests also that attention should be dedicated to air quality as air pollutants could cause airways deterioration.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
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