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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/2244</link>
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    <pubDate>Wed, 29 May 2013 12:08:21 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-29T12:08:21Z</dc:date>
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      <title>Gerir as distâncias: mobilidade e recomposição identitária</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/4344</link>
      <description>Title: Gerir as distâncias: mobilidade e recomposição identitária
Authors: Silvano, Filomena
Abstract: O texto propõe a associação entre o conceito de "identidade cultural" e o de "mobilidade" (Simmel) de forma a conceber a identidade como uma realidade heterogénea e dinâmica. Para estudar a questão dos processos de regionalização, propõe uma metodoglogia de análise que considera várias escalas de representação do espaço. Finalmente apresenta algumas conclusões relativas ao contexto português, sobre a interacção entre as escalas regional, nacional e internacional.
Description: Antropologia Portuguesa Vol.12, pág. 19-27; Coimbra, Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 1993 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/4344</guid>
      <dc:date>1993-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Sobre a construção de uma casa</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/4343</link>
      <description>Title: Sobre a construção de uma casa
Authors: Silvano, Filomena; Coelho, Tereza
Abstract: Os emigrantes respondem à ameaça de desarticulação dos seus sistemas de representação através da criação de um novo espaço; uma utopia que se inscreve no lugar de partida. É a casa ausente, uma realidade que se constrói ao ritmo das idas e das vindas. Estas casas são o exemplo da operacionalidade que produz universos significantes a partir de fragmentos; citam os espaços ausentes ou desdobram-se nas respostas dadas a uma mesma necessidade, de forma a preservar vários saberes e hábitos (duplas cozinhas e duplas casas de banho). Ao construirem as suas casas, os emigrantes fazem exercícios de recomposição de códigos, criam novas formas de organização do habitat e, consequentemente, instauram novas formas de sociabilidade.
Description: Antropologia Portuguesa, vol. 11, pág. 59-65; ilustr.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 1992 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/4343</guid>
      <dc:date>1992-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>“A caminhada até às aldeias”: A ruralidade na transição para a democracia em Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/4183</link>
      <description>Title: “A caminhada até às aldeias”: A ruralidade na transição para a democracia em Portugal
Authors: Almeida, Sónia Vespeira de
Abstract: O presente artigo procura examinar a equação “povo-ruralidade” no quadro da transição democrática portuguesa, tomando como corpo empírico as Campanhas de Dinamização Cultural e Acção Cívica do Movimento das Forças Armadas (1974-1975). Procurando contrariar a versão folclórica do país promovida pelo Estado Novo, os protagonistas desta iniciativa constroem um campo discursivo paradoxal, onde se entretecem conceitos como cultura, tradição, subdesenvolvimento, descentralização e cidadania.
Description: Etnográfica, V. 11, N. 1, p. 115-139</description>
      <pubDate>Sun, 01 Apr 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2007-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Uma proposta antropológica para o futuro do Museu de Arte Popular</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/4182</link>
      <description>Title: Uma proposta antropológica para o futuro do Museu de Arte Popular
Authors: Almeida, Sónia Vespeira de; Alves, Vera Marques
Abstract: O presente artigo defende a preservação do Museu de Arte Popular (Lisboa), sugerindo a sua musealização de modo a dar a ver as ideias e valores que estiveram subjacentes à sua criação. O museu pode, assim, tornar-se não só um lugar de reflexão sobre as conotações ideológicas da arte popular durante o Estado Novo, mas também um instrumento decisivo para a compreensão de outras etapas do interesse intelectual e ideológico pela cultura demótica ao longo dos séculos XIX e XX. Em última instância, é a própria ânsia contemporânea pelo autêntico e pelo genuíno através do popular que pode ganhar um espaço ideal de interrogação crítica.
Description: Etnográfica, V. 13, N. 2, p. 467-480</description>
      <pubDate>Sun, 01 Nov 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/4182</guid>
      <dc:date>2009-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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