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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/2207</link>
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    <pubDate>Wed, 22 May 2013 20:14:25 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-22T20:14:25Z</dc:date>
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      <title>As «Marcas de Oleiro» na terra sigillata e a  circulação dos vasos na Península de Lisboa</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9472</link>
      <description>Title: As «Marcas de Oleiro» na terra sigillata e a  circulação dos vasos na Península de Lisboa
Authors: Silva, Rodrigo de Araújo Martins Banha da
Abstract: O desenvolvimento do estudo presente permitiu reunir 647 exemplares de&#xD;
terra sigillata recolhidos nas antigas ciuitates de Scallabis, Olisipo e Eburobrittium, a&#xD;
amostragem mais ampla da fachada atlântica ocidental da Hispania, tendo-se explorado&#xD;
o seu contributo para o esclarecimento da história das três cidades e do povoamento&#xD;
romano disperso.&#xD;
Da amostragem foi possível concluir o papel chave enquanto redistribuidores&#xD;
desempenhado pelos três centros urbanos, também portuários, e aferir dos períodos de&#xD;
maior consumo da terra sigillata, indicadores dos ritmos de introdução deste hábito&#xD;
cultural mas também, e sobretudo, dos ciclos económicos. Destes destaca-se a&#xD;
precocidade da adopção da classe cerâmica, explicada pela fixação de contigentes&#xD;
populacionais itálicos, como confirmar para a região momentos de maior vitalidade nos&#xD;
finais do principado de Augusto e inícios do de Tibério e, depois, com Nero e a primeira&#xD;
parte do principado de Vespasiano, e por oposição, um clima de contração entre Tibério&#xD;
e inícios de Cláudio e a partir do final dos Flávios, com especial incidência a partir de&#xD;
finais do período de Trajano.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau&#xD;
de Doutor em História, especialidade em Arqueologia</description>
      <pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9472</guid>
      <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Baçaim e o seu território: política e economia (1534-1665)</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9389</link>
      <description>Title: Baçaim e o seu território: política e economia (1534-1665)
Authors: Teixeira, André Pinto de Sousa Dias
Abstract: A maior parte da metrópole de Mumbai, no estado indiano do Maharashtra,&#xD;
pertenceu a Portugal entre 1534 e 1739, com excepção da ilha de Bombaim, a zona&#xD;
central da actual cidade, cedida por estes aos britânicos em 1665. O território foi&#xD;
incorporado nas possessões portugueses asiáticas por acordo com o sultão do Guzerate,&#xD;
no contexto das rivalidades comerciais no Índico. Constituiu o primeiro espaço do&#xD;
Estado da Índia a ocupar uma área significativa (2000 km2), numa época em que o seu&#xD;
poder incluía cidades, portos ou fortalezas destinadas ao controlo do comércio e da&#xD;
navegação.&#xD;
Durante o seu primeiro século em Baçaim, a antiga capital deste território, os&#xD;
portugueses gozaram de estabilidade territorial, beneficiando dos equilíbrios e&#xD;
rivalidades entre o império Mogor e os sultanatos do Decão e das boas relações dos&#xD;
primeiros com Goa. As regiões interiores do território sofreram incursões do reino dos&#xD;
Mahaved Kolis, que não passaram de acções depredatórias. Este contexto favoreceu a&#xD;
apropriação portuguesa, que se fez pela incorporação de estruturas preexistentes, pela&#xD;
imposição de soluções experimentadas noutras possessões asiáticas urbanas e pela&#xD;
criação de instrumentos originais visando o domínio do território.&#xD;
A rede administrativa e o sistema de exploração fundiária preexistente foram&#xD;
mantidos, nomeadamente a entrega da exploração das aldeias a privados, intermediários&#xD;
entre o Estado e os lavradores, responsáveis pela recolecção dos impostos e defesa da&#xD;
terra. No entanto, a Coroa portuguesa substituiu os antigos concessionários pelos seus&#xD;
vassalos, criando um novo mecanismo de remuneração de serviços através da dádiva de&#xD;
terras. Fixou também um novo quadro administrativo, vocacionado para a defesa do&#xD;
território e para a cobrança de parte dos lucros das terras. Já a apropriação das principais&#xD;
áreas rurais e das suas gentes foi confiada aos missionários católicos, como programa de&#xD;
aculturação e cristianização da sociedade local; os religiosos espalharam as suas igrejas&#xD;
e substituíram a administração estatal em vários níveis de poder temporal.&#xD;
O modelo económico não foi substancialmente alterado, permitindo um saldo de&#xD;
contas duradouramente positivo. A região continuou a depender da produção de arroz&#xD;
das suas aldeias, exportado para os mercados vizinhos sob domínio islâmico, mas&#xD;
também incorporado nos circuitos de abastecimento das possessões portuguesas. A&#xD;
extracção da madeira e a construção naval conheceram grande progresso, sobretudo o&#xD;
fabrico de pequenos navios de navegação costeira, suprindo carências do Estado da&#xD;
Índia. A região permaneceu conectada com a costa africana, a Arábia, a Pérsia e,&#xD;
principalmente, com os portos do Guzerate, embora nunca desempenhando uma função&#xD;
redistributiva à escala oceânica.&#xD;
Este trabalho enquadra-se no projecto «Bombaim antes dos Ingleses: a marca&#xD;
portuguesa no território da antiga península de Bombaim», que visa estudar as origens&#xD;
desta grande metrópole indiana. Defende-se que as antigas povoações, igrejas, fortes e&#xD;
caminhos criados durante o domínio português foram aproveitadas e completadas pelas&#xD;
comunidades católicas que aí permaneceram, estabelecendo a matriz que a Bombaim&#xD;
britânica veio preencher e estender. Neste âmbito procura-se aqui compreender o&#xD;
contexto administrativo, económico e social da presença portuguesa, entre 1535 e 1665,&#xD;
época de significativa alteração do contexto geo-político regional.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do&#xD;
grau de Doutor em História, especialidade em História dos Descobrimentos e da&#xD;
Expansão Portuguesa</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9389</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Visões da Europa nas memórias de um fidalgo de Chaves (1510-1517). Sociedade, quotidiano e poder num manuscrito inédito do século XVI</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9090</link>
      <description>Title: Visões da Europa nas memórias de um fidalgo de Chaves (1510-1517). Sociedade, quotidiano e poder num manuscrito inédito do século XVI
Authors: Lopes, Paulo Esmeraldo Catarino
Abstract: 21 de Maio de 1510, um anónimo fidalgo criado do 4º duque de Bragança, D. Jaime,&#xD;
parte de Chaves em direcção a Roma, para só regressar a Portugal em Setembro de&#xD;
1517. Após o seu regresso redige um extenso relato tradicionalmente conhecido como&#xD;
Memórias de um Fidalgo de Chaves. Partindo da única cópia manuscrita conhecida deste&#xD;
original perdido em língua portuguesa, cuja caligrafia situa cronologicamente na segunda&#xD;
metade do século XVI, procedemos à transcrição e estudo integral e sistemático deste&#xD;
precioso e singular documento, por um lado, representativo de uma época e de um&#xD;
espaço cruciais da história europeia, e, por outro, testemunho privilegiado, diríamos&#xD;
mesmo em muitos aspectos, único, de um olhar “português” sobre a Roma do&#xD;
Renascimento, no dealbar do século XVI. Ao longo das sete partes que compõem esta&#xD;
dissertação procurámos destacar outras tantas problemáticas inerentes à construção do&#xD;
texto pelo seu autor. Assim, num primeiro momento, indagamos do valor da fonte&#xD;
enquanto documento histórico, ou seja, enquanto reflexo da época que pretende&#xD;
descrever. A segunda parte, por sua vez, polariza-se em torno da questão da autoria e da&#xD;
identidade onomástica do fidalgo de Chaves. Em seguida analisamos uma temática&#xD;
transversal a todo o texto: o poder. É nossa intenção aqui explorar tal tópico nas suas&#xD;
múltiplas expressões e evidências, com particular destaque para as embaixadas à cúria&#xD;
pontifícia onde a festa, a propaganda e a simbólica do poder são núcleos estruturantes, o novo modelo do príncipe que marca o início do Estado moderno e a própria cúria&#xD;
romana com todo o seu pragmatismo e uma ampla rede de cumplicidades e de poderes&#xD;
em exercício. O quarto grande momento do nosso estudo explicita o contexto militar da&#xD;
época pela voz do fidalgo de Chaves. No seu relato o autor flaviense dá a ver como, no&#xD;
quadro do confronto das potências emergentes, a Espanha e a França, os destinos&#xD;
políticos da Europa são decididos no teatro maior do desenvolvimento das Guerras de&#xD;
Itália (1494-1559). Da descrição dos conflitos armados ao apelo às guerras de Cruzada,&#xD;
passando pelos novos armamentos e a inovadora linguagem da arquitectura militar que&#xD;
impera em Itália, nada escapa ao olhar perscrutador do fidalgo e ao seu implacável, mas&#xD;
também emotivo, juízo crítico. Uma quinta parte visa a heterogénea sociedade romana e&#xD;
o seu intenso quotidiano, bem como tópicos estruturantes no conjunto da fonte como a&#xD;
diplomacia, o novo tipo social do homem de corte, o património construído romano e o&#xD;
cosmopolitismo romano de Quinhentos. Já o sexto passo do nosso trabalho incide na&#xD;
leitura crítica dos exercícios de alteridade presentes no documento. Finalmente, a sétima&#xD;
e última parte da nossa dissertação consiste na transcrição e fixação integrais do texto&#xD;
manuscrito das Memórias de um Fidalgo de Chaves, um passo imprescindível ao seu&#xD;
estudo e à sua utilização por outros investigadores.
Description: Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau&#xD;
de Doutor em História (Especialidade: História Moderna)</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9090</guid>
      <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (1967-1974). Organização da ciência e política científica em Portugal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/8626</link>
      <description>Title: A Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (1967-1974). Organização da ciência e política científica em Portugal
Authors: Brandão, Tiago
Abstract: Se o século XIX assistiu a uma crescente afirmação social do cientista,&#xD;
nomeadamente com a sua institucionalização nas sociedades, é no século XX que se&#xD;
verifica a afirmação de uma tendência anterior de organização da ciência e, em&#xD;
particular, num sentido de construção de políticas científicas à escala nacional e&#xD;
internacional – sob o impulso de processos de amplitude histórica reconhecida, como&#xD;
a construção do Estado moderno ou a própria Revolução Industrial, e eventos&#xD;
determinantes, como as guerras mundiais ou os ciclos económicos (Grande&#xD;
Depressão e crescimento económico). Portugal, por seu lado, não obstante os&#xD;
impasses, resistências e peculiaridades, não deixará de acompanhar a cadência da&#xD;
história do ponto de vista dessa relação entre Ciência e Política.&#xD;
Diversas foram as iniciativas de organização da ciência, sustentadas por um&#xD;
património interessante do ponto de vista do pensamento e debate estratégico sobre o&#xD;
papel da cultura científica, a compreendermos à luz da evolução das conjunturas da&#xD;
história dos regimes políticos portugueses durante o século XX e, sobretudo, a&#xD;
compreender-se à luz do duplo processo de institucionalização e profissionalização da&#xD;
ciência e de científicos, por um lado, e, por outro, da própria narrativa legitimadora&#xD;
do poder político e do Estado em Portugal.&#xD;
O estudo de dissertação que segue irá identificar e problematizar o perfil e as&#xD;
intenções da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (JNICT) –&#xD;
Decreto-Lei n.º 47 791, 11 de Julho de 1967 –, e, particularmente, como já tem&#xD;
captado alguma literatura especializada, num sentido de emergência de uma política&#xD;
científica de tipo explícito, no Portugal contemporâneo. Em certa medida,&#xD;
compreende-se a criação da JNICT, em 1967, como um marco fundacional da política&#xD;
científica – em concreto, nessa linha, pretendemos revelar o significado histórico&#xD;
deste organismo.
Description: Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de&#xD;
Doutor em História, Especialidade de História Contemporânea</description>
      <pubDate>Mon, 01 Oct 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/8626</guid>
      <dc:date>2012-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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