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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/2201</link>
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    <pubDate>Wed, 22 May 2013 02:59:34 GMT</pubDate>
    <dc:date>2013-05-22T02:59:34Z</dc:date>
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      <title>O véu de Penélope . Estatuto da filosofia e o seu ensino</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9442</link>
      <description>Title: O véu de Penélope . Estatuto da filosofia e o seu ensino
Authors: Mariano, Ana Paula Esteves Morais
Abstract: O presente relatório divide-se em duas partes: uma descritiva, onde se apresenta uma apreciação da primeira experiência da prática de ensino, realizada no ano lectivo de 2011/2012 e outra parte reflexiva, onde se pensa sobre a natureza da filosofia e do seu ensino a partir do legado filosófico de Sócrates, Aristóteles, Kant e Hegel.
Description: Relatório de Estágio apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ensino da Filosofia no Ensino Secundário</description>
      <pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Homo Absconditus</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9393</link>
      <description>Title: Homo Absconditus
Authors: Mendes, Stefan Geraldo de Romer de Moncada de Sousa
Abstract: Este trabalho procura fundamentalmente compreender a noção de verdade e de ignorância. Vamos por isso, apoiar-nos em certas tradições religiosas, como a do budismo, por exemplo, a fim de captar uma acepção alternativa dos termos em questão. Esta investigação leva-nos a distinguir pelo menos dois tipos de verdade, uma científica e uma metafísica, e a substituir estas últimas pelas noções de adequação, harmonia e totalidade. Vamos, por isso, debater a pertinência filosófica do conceito de sageza a partir da filosofia chinesa.&#xD;
Por outro lado, somos igualmente levados a distinguir vários sentidos de ignorância. O primeiro é uma simples privação de saber. O segundo, uma espécie de condicionamento no acto de apreensão do real e de “incuriosidade”. Desenvolveremos também uma noção de “ignorância mística” ou “saber místico” que se refere ao “conhecimento dos abismos”. Veremos os diferentes métodos usados para apontar para essa realidade conhecidos na filosofia búdica como “meios hábeis”. A nossa conclusão consistirá em ver no conceito de verdade uma convenção e uma realidade que transcende a própria compreensão humana. O problema da resolução do sofrimento, inerente ao budismo, colocará a questão de saber onde se situa a Verdade, se num saber conceptual, ou numa certa experiência “muda”.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia Geral</description>
      <pubDate>Mon, 01 Oct 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9393</guid>
      <dc:date>2012-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Nietzsche no pensamento contemporâneo. O Nietzsche de Domenico Losurdo confrontando com o Nietzsche da pós-modernidade</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9392</link>
      <description>Title: Nietzsche no pensamento contemporâneo. O Nietzsche de Domenico Losurdo confrontando com o Nietzsche da pós-modernidade
Authors: Pereira, Teresa Maria da Silva
Abstract: Este trabalho foi suscitado pela enorme divulgação e variabilidade da receção das ideias de Nietzsche em distintos contextos sociais e culturais. Tal facto comporta um certo número de dificuldades, ironias e paradoxos. A imensa “popularidade” desta obra deve ser considerada irónica, face ao páthos aristocrático e “inatual” que o filósofo inquestionavelmente lhe pretendeu imprimir. A sua imensa atualidade é também inseparável duma ambivalência constitutiva relativamente ao tema da “doença”: Nietzsche considerou viver numa época “doente”, tendo entretanto o próprio sido assombrado por aquela em sentido estrito, o que sugere uma possível origem médica da sua atitude. Em que medida esta dificuldade na relação com a doença se mantém no atual acolhimento da sua obra? Este problema entronca noutro, relativo ao modo como os aspetos diretamente políticos, inegavelmente presentes na obra de Nietzsche, se imbricam e mutuamente condicionam com traços mais estritamente pessoais da sua vida.&#xD;
Considerámos primeiramente a obra de Domenico Losurdo Nietzsche, il ribelle aristocratico – Biografia intellettuale e bilancio critico, de 2002, cujo lançamento foi marcado por várias polémicas, em parte ligadas à assunção explícita dum tratamento da obra de Nietzsche em chave de leitura eminentemente política; mas também pela discussão suscitada pelo mesmo quanto à tradição de traduções da obra nietzschiana, alegadamente marcada pelo que designa depreciativamente por “hermenêutica da inocência”. O Nietzsche de Losurdo é, por oposição ao que propõe esta hermenêutica, um filósofo totus politicus, mas ainda assim, ou precisamente por isso, autor duma obra dotada de inegável “excedente teórico”.&#xD;
Procedemos depois à apresentação dum grupo de leituras “pós-modernas” da obra de Nietzsche, concretamente as correspondentes aos trabalhos de Gilles Deleuze, Michel Foucault e Gianni Vattimo. Este grupo de autores, sem embargo de inegáveis especificidades de cada um e de todos eles, evidencia tendências comuns para ler em Nietzsche um defensor do lúdico, da ligeireza e da criatividade, um proponente do caráter infindável da interpretação e da “morte do sujeito”, um adversário da reductio ad unum imposta ao pensamento pela tradição racionalista e dos bloqueios à vida instituídos pela própria filosofia da história. A leitura quer de Losurdo quer deste outro grupo de autores foi parcialmente mediada por intervenções, cronologicamente mais próximas de nós, de Jan Rehmann e Stefano Azzarà, entre outros.&#xD;
Em termos gerais colhemos a impressão de que a leitura de Losurdo é mais credível quanto à sua fundamentação interpretativa, ou à autenticidade da captação do sentido atribuído pelo próprio Nietzsche à sua obra. Isso obviamente não invalida a fecundidade das inspirações que esta última tenha suscitado nos seus leitores “pós-modernos”, mas recomenda muita prudência quanto à forma como elucubrações nela possivelmente inspiradas possam ser apresentadas enquanto “interpretações” da obra nietzschiana. A leitura de Losurdo, entretanto, apesar de muito sólida quanto à fidelidade textual e contextual da Verstehen, coloca ela própria vários problemas, de entre os quais se destacam as limitações associadas à estrita politização do quadro de leitura, o qual deveria ser alargado de modo a poder integrar com maior eficácia aspetos propriamente psicológicos ou pessoais da obra e da vida de Nietzsche.
Description: Dissertação de Mestrado em Filosofia Política</description>
      <pubDate>Sat, 01 Dec 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9392</guid>
      <dc:date>2012-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O Santuário de Santa Bárbara de Padrões – uma Perspectiva Religiosa e Artística na Lusitânia dos Séculos I a III d. C.</title>
      <link>http://hdl.handle.net/10362/9310</link>
      <description>Title: O Santuário de Santa Bárbara de Padrões – uma Perspectiva Religiosa e Artística na Lusitânia dos Séculos I a III d. C.
Authors: Calado, Jaime da Encarnação
Abstract: O presente trabalho de investigação teve como principal objectivo desvendar os mistérios do santuário de Santa Bárbara de Padrões (séculos I-III d. C.) em termos da(s) divindade(s) aí venerada(s), da origem e significado primeiro da luz votiva que resultou num depósito repleto de lucernas nas proximidades do santuário, da funcionalidade dos tanques presentes no local de culto, e dos aspectos arquitectónicos e decorativos que apresentaria o complexo religioso. Após uma análise de vários tipos de indícios – arqueológicos, etnográficos, topográficos, toponímicos, geográficos –, incluindo-se o paralelismo entre os Aranditani de Santa Bárbara de Padrões e os Vocontii do Sudeste da Gália, e das diferentes possibilidades relativamente à natureza da divindade, concluiu-se que o local de culto foi consagrado aos grandes deuses alexandrinos, havendo uma relação segura entre a toponímia do sítio – “Santa Bárbara” – e os antigos locais de culto dedicados a Ísis e Serápis. Neste contexto egipcizante, a presença de tanques no santuário estaria provavelmente ligada a uma representação artificial da enchente do Nilo, fazendo frente a um templo de estilo romano com pronaos desenvolvido sobre pódio elevado, o conjunto inserido numa área descoberta e porticado. Vários elementos arquitectónicos e decorativos com iconografia nilótica estariam presentes no santuário, para criar um ambiente que rememorava um Egipto miniaturizado. Além do principal edifício de culto, teríamos igualmente muitas outras possibilidades de construções, como capelas abrigando outras divindades; salas de mistérios, de banquete e de reunião relacionadas com os télétai; cozinhas; residências para os sacerdotes e dormitórios para os devotos; via sagrada e espaços para reunião de procissões ou celebração dos dramas sagrados; entre outros. O depósito votivo, por sua vez, localizado a 100 m dos tanques para Sul, estaria fora do recinto sagrado, mas provavelmente junto a uma porta de entrada para o temenos. Aí eram arrecadadas lucernas votivas após sua dedicação e alumiação perante a(s) divindade(s) do Nilo. A origem desta prática remontaria provavelmente até ao antigo Egipto, mais precisamente, a um eventual ritual mágico realizado diante da cella da divindade nos templos egípcios de época faraónica.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História da Arte – Área de especialização em História da Arte da Antiguidade</description>
      <pubDate>Sat, 01 Sep 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/10362/9310</guid>
      <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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