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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-05-25T05:09:32Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/8100">
    <title>Associativismo e voluntariado: comunicação e festa na aldeia global</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/8100</link>
    <description>Title: Associativismo e voluntariado: comunicação e festa na aldeia global
Authors: Garcia, Paulo Costa
Abstract: O Tema da Festa tem uma enorme importância comunicacional para o&#xD;
sector social do associativismo e voluntariado. É na Festa e pela Festa que se&#xD;
afirmam muitos dos valores simbólicos e factores materiais que condicionam&#xD;
a vida das organizações; Estado, empresas e associativismo.&#xD;
Desde logo convém recordar que uma percentagem muito significativa&#xD;
das populações dos países mais desenvolvidos investem uma parte importante&#xD;
do seu tempo e dinheiro nas Organizações Não Govemamentais (ONGs )&#xD;
por várias razões.&#xD;
Como forma de celebrar e glorificar certas entidades colectivas, certas&#xD;
datas, certos rituais. As Grandes Festas Religiosas sempre foram formas de&#xD;
Celebrar e Glorificar momentos importantes da vida colectiva. No Natal e na&#xD;
Páscoa por exemplo, milhões de pessoas por todo o Mundo e centenas de&#xD;
milhares de organizações celebram estas Festas com um grande investimento&#xD;
simbólico e material na solidariedade humana e no Amor ao Próximo. Neste&#xD;
aspecto podemos interrogar-nos; constituem estas e outras grandes Festas&#xD;
momentos de Relações Públicas para pessoas e organizações ou verdadeiros&#xD;
momentos de transformação social e espiritual?&#xD;
Todas as Grandes Religiões prometeram e prometem uma Nova Civilização&#xD;
plena de Amor e de Harmonia que seria o contraponto do Antigo e&#xD;
Actual mundo materialista impregnado de ódio, violência e desejos materialistas.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/8099">
    <title>O espaço da representação da festa</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/8099</link>
    <description>Title: O espaço da representação da festa
Authors: Palla, Maria José
Abstract: Vamos abordar o local da representação teatral: o caso vicentino e, mais&#xD;
propriamente, O Auto da Natural Invenção, de Antônio Ribeiro Chiado,&#xD;
tecendo antecedentemente algumas reflexões sobre Gil Vicente. Torna-se&#xD;
difícil ou impossível saber como se passava uma representação nesta época.&#xD;
Há estudos, hipóteses, mas para o fim da Idade Media há poucas certezas. O&#xD;
caso português é ainda mais complexo, pois não temos dados praticamente&#xD;
nenhuns. Só podemos evocar hipóteses.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/8098">
    <title>Da festa indo-europeia à festa transmontana: o uso da máscara na comemoração do solstício  de inverno</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/8098</link>
    <description>Title: Da festa indo-europeia à festa transmontana: o uso da máscara na comemoração do solstício  de inverno
Authors: Maciel, Manuel Justino
Abstract: Sobrevivem ainda em Trás-os-Montes determinados comportamentos&#xD;
festivos coincidentes com os finais do ano. Uma observação atenta revela-&#xD;
-nos que, entre as diferentes leituras possíveis sobre esses comportamentos,&#xD;
ressaha a da conotação remota com as festas de Invemo dos antigos povos&#xD;
de origem indo-europeia, onde claramente, apesar de todo um sistema evolutivo&#xD;
de transformações, se enconfra a sua origem. As características que&#xD;
actualmente ainda se manifestam nas mascaradas transmontanas permitem-&#xD;
-nos recuar até ao tempo desses povos, num processo paralelo aquele que&#xD;
seguimos para o estudo da língua, dos costumes, da religião, da arquitectura&#xD;
e da arte em geral. Não se pretende, pois, estudar aqui propriamente a festa&#xD;
transmontana, mas tão só destacar, através da referência aos comportamentos&#xD;
que da remota Antigüidade lhe deram origem, a sua ancestralidade e o processo&#xD;
de cristianização que, singularmente, permitiu a sua sobrevivência.&#xD;
A comemoração de um novo ano com rituais próprios remonta à pré-&#xD;
-história. Na civilização dita ocidental, é-nos já descrita na Grécia no contexto&#xD;
dos rituais dionisíacos. Dioniso era o deus da vitalidade, em honra do&#xD;
qual as Bacantes, no Invemo, subiam dançando às montanhas, devorando&#xD;
animais selvagens.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Édipo e Jocasta: o matrimónio disfórico</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/8097</link>
    <description>Title: Édipo e Jocasta: o matrimónio disfórico
Authors: Silva, Luís Oliveira e
Abstract: Ao casar com Jocasta, Edipo sabia que Jocasta era Jocasta, mas não&#xD;
sabia, ao casar com Jocasta, que Jocasta era a sua mãe. «Si a él le hubieran&#xD;
hecho Ia pregunta 'Deseas casarte con Yocasta?', su respuesta hubiera sido&#xD;
un tajante asentimiento. Pero sucedia, tragicamente, que Edipo desconocía ei&#xD;
hecho de que Yocasta era su madre. Seguramente que, si se le hubiera hecho&#xD;
Ia pregunta '^Deseas casarte con tu madre?, habría descartado con horror esa&#xD;
posibilidad» (Garcia Suárez 1997: 251). Como é que a sua mulher podia ser a&#xD;
sua mãe? Em 1996, Donnellan distingue a descrição definida que tem valor&#xD;
referencial da que tem valor afributivo: «Now if there are two uses of definite&#xD;
descriptíons, it may be that the tmth value is affected differently in each case&#xD;
by the falsity ofthe presupposition or implication» (1991: 53). Pode-se dizer&#xD;
/O assassino do Silva é tarado/ sem que se saiba quem é /O assassino do Silva/,&#xD;
estando sô em contacto com um "assassino do Silva" funcional ainda não&#xD;
identificado, ainda não individuado. Neste caso, o uso da descrição definida&#xD;
tem talante atributivo. Édipo sabe perfeitamente que houve um "assassino de&#xD;
Laio", fiincional e não identificado. Virá a descobrir, tragicamente, que ele&#xD;
mesmo, Edipo, é o assassino referencial de Laio.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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