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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-05-25T01:51:12Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7481">
    <title>TROPICALITÉ - Géographie physique intertropícale</title>
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    <description>Title: TROPICALITÉ - Géographie physique intertropícale
Authors: Brito, Raquel Soeiro de
Abstract: O Professor Emérito da Universidade de Paris X (Nanterre) J.&#xD;
DEMANGEOT de há muito que nos habituou a esperar de cada livro&#xD;
seu um trabalho de Mestre,* pelo rigor da investigação, clareza de&#xD;
espírito, elegância de linguagem. A sua mais recente obra, Tropicalité&#xD;
- Géographie Physique Intertropical (340 páginas, 57 quadros, 109&#xD;
figuras, 48 fotografias), vinda a público em Abril de 1999, sob a égide&#xD;
de Armand Colin, Paris, não só não nos desilude, como reforça os&#xD;
seus créditos. A obra é baseada num profundo conhecimento pessoal&#xD;
de uma (quinzena de regiões tropicais, do Brasil ao Cambodja, passando&#xD;
pela África e pela índia, estudos realizados ao longo de trinta anos.&#xD;
Além de estes estudos de terreno, o Professor DEMANGEOT aceitou&#xD;
um convite da Universidade Federal do Rio de Janeiro e aí leccionou&#xD;
durante dois anos, tempo que lhe permitíu realizar e desenvolver pesquisas&#xD;
da sua especialidade e cujos resultados largamente tem usado&#xD;
nos seus trabalhos. Esta longa experiência pessoal, contudo, não o inibiu&#xD;
de compulsar extensa e actualizadíssima bibUografia internacional&#xD;
- a par, naturalmente com obras antígas, mas de fundo - que totalizaram&#xD;
milhar e meio de trabalhos, embora no livro, por imposições&#xD;
alheias à sua vontade tívessem sido reduzidas a pouco mais de um&#xD;
quinto...&#xD;
Não admira, assim, que o tema agora apresentado, desenvolvido&#xD;
sob um esquema muito lógico e aparentemente simples, seja, simultaneamente,&#xD;
uma obra clássica e original.</description>
    <dc:date>1998-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7480">
    <title>Da vivência do tempo a vivência do espaço: a ogdóade na arte da antiguidade tardia</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7480</link>
    <description>Title: Da vivência do tempo a vivência do espaço: a ogdóade na arte da antiguidade tardia
Authors: Wrench, Licínia Nunes Correia
Abstract: Nos primeiros séculos do cristianismo, quer consideremos a arquitectura&#xD;
quer as artes decorativas, enconframos testemunhos de representações&#xD;
às quais o número oito está subjacente ou como octôgono ou como&#xD;
dois quadrados secantes ou como forma radial. A unidade de oito elementos&#xD;
manifestada nas formas estará relacionada com o conceito e o&#xD;
simbolismo que os Padres da Igreja atribuíram à ogdóade.'&#xD;
É a partir do número oito que alguns exegetas da Bíblia chegam, por&#xD;
exemplo, ao número 666 da Besta do Apocalipse, usando o designado&#xD;
método dos números triangulares que consiste na adição de todos os algarismos&#xD;
que vão da unidade ao número que se pretende considerar. Assim,&#xD;
o tiiangular de 8 (1-1-2-1-3...) é 36 e o tiiangular de 36 é 666.2&#xD;
Oufras complicadas aritméticas foram usadas pelos primeiros pensadores&#xD;
cristãos para interpretar muitos dos números referidos no Antigo e&#xD;
no Novo Testamentos, atiibuindo-lhes significados que fundamentam nos&#xD;
próprios textos das Sagradas Escrituras.</description>
    <dc:date>1998-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7479">
    <title>A pintura egípcia - a mensagem do eterno momento presente</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7479</link>
    <description>Title: A pintura egípcia - a mensagem do eterno momento presente
Authors: Fernandes, Sílvia
Abstract: Num mundo onde viver significa mudar a cada instante e criar é&#xD;
apenas mais um verbo para designar mudança, não podemos deixar de&#xD;
ficar fascinados com a durabilidade alcançada pela arte egípcia. Afravés&#xD;
dela somos fransportados para um tempo onde o homem vivia os ritmos&#xD;
da Terra e não procurava, desesperadamente, realizar a sua obra no menor&#xD;
espaço de tempo possível. A espiritualidade, a crença na natureza e a&#xD;
certeza de que os deuses podiam ser a chave para a etemidade, levaram o&#xD;
homem egípcio a constmir uma civilização forte e duradoura que se&#xD;
espelha na arte e na vontade de que esta seja o seu testemunho para todo o&#xD;
sempre. É neste espaço temporal, onde o hoje se confunde com o ontem e&#xD;
com o amanhã, que surge uma arte que ficou gravada no tempo e na&#xD;
História, assim como na pedra.&#xD;
Num tema genérico que fala de tempo, temporalidades e durações&#xD;
foi esta permanência que fez brotar a idéia desta comunicação. Face a um&#xD;
tema tão vasto, que nos levaria a encetar uma longa caminhada, decidimos&#xD;
focar apenas a pintiira egípcia. E por quê a pintura ?</description>
    <dc:date>1998-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7478">
    <title>A ficção electrónica:mudanças e permanências</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7478</link>
    <description>Title: A ficção electrónica:mudanças e permanências
Authors: Mourão, José Augusto
Abstract: A mudança, a complexidade e a desordem são aspectos determinantes&#xD;
da natureza e das sociedades humanas dos nossos dias no fim deste&#xD;
século. De resto, a idéia de uma fradição estável é uma ilusão que os&#xD;
anfropólogos há muito desmontaram. Os avanços nas ciências do computador&#xD;
e nas engenharias mecânica e elecfrônica tomaram viável a constmção&#xD;
de sistemas artificiais com uma grande complexidade. Tal permitiu&#xD;
concluir que os sistemas de controlo linear e os projectos hierárquicos&#xD;
pré-programados nem sempre são os mais adequados. Nas questões do&#xD;
texto, nós preferimos a integridade imaginada de um objecto metafísico à&#xD;
versão estável de que dispomos. A insônia dos textualistas é, em grande&#xD;
parte, metafísica. Aquilo que, de facto, mais nos incomoda é a idéia de&#xD;
metamorfose ou de metoikesis (Sloterdijk). Diria que a resistência (metafísica) que se esconde por detrás da recusa do texto elecfrónico se deve&#xD;
unicamente ao mesmo receio que levou Platão a condenar a poesia: a&#xD;
insídia da metamorfose. "Há muitas escalas de mudança na metamorfose&#xD;
de um texto", escreve F. J. Aarseth: voluntárias, usurpadoras, plagiárias e&#xD;
subversivas (como as experiências de J. Cage e de W. Burroughs).</description>
    <dc:date>1998-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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