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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/4131</link>
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    <dc:date>2013-05-19T10:19:38Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7614">
    <title>Aquisição de exaustividade em crianças falantes de Português Europeu</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7614</link>
    <description>Title: Aquisição de exaustividade em crianças falantes de Português Europeu
Authors: Vaz, Stéphanie Dias
Abstract: Este estudo tem como principal objetivo analisar a forma como as crianças falantes nativas de português europeu adquirem os valores de exaustividade associados a três estruturas: estruturas interrogativas, estruturas clivadas e estruturas de quantificação universal.&#xD;
Os estudos experimentais realizados procuravam determinar se as crianças falantes nativas de português europeu atribuem interpretações exaustivas a estes três tipos de estruturas, comparando-os com os que foram encontrados para outras línguas, nomeadamente o Inglês e Alemão, em que é possível observar desenvolvimento linguístico na aquisição de valores de exaustividade em diferentes estruturas.&#xD;
Para as duas primeiras estruturas, foram retomados os resultados obtidos em Vaz (2010a,b). Para as estruturas de quantificação universal, foi realizado um novo estudo experimental. Em cada um dos testes, participaram 60 crianças, divididas por três faixas etárias (3, 4 e 5 anos) e um grupo de controlo de 20 adultos.&#xD;
Para testar a aquisição da exaustividade em estruturas interrogativas foi aplicado um teste desenvolvido por Petra Schulz no âmbito do projeto europeu COST A33, com perguntas acerca de imagens.&#xD;
Para testar se as crianças associavam às estruturas clivadas leituras exaustivas, foi construído um teste inspirado no de Heizmann (2007) que usava uma tarefa de juízo de valor de verdade. Os participantes tinham de avaliar se uma frase dita por um fantoche era adequada à imagem apresentada (picture verification task).&#xD;
Para verificar a aquisição de exaustividade em estruturas de quantificação universal preparou-se uma tarefa de compreensão, através da metodologia de juízo de valor de verdade. Tal como no teste de estruturas clivadas, a tarefa dos participantes consistia em avaliar se uma frase dita por um fantoche era adequada à imagem apresentada (picture verification task).&#xD;
Os resultados obtidos permitem-nos concluir que existe efeito de desenvolvimento dos 4 para os 5 anos na aquisição de exaustividade nas diferentes estruturas. Embora a exaustividade pareça ser determinada sobretudo gramaticalmente nas diferentes estruturas, ela interage com aspetos pragmáticos, o que é visível no comportamento do grupo de controlo, que é por vezes mais sensível do que as crianças às condições pragmáticas da situação experimental.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do&#xD;
grau de Mestre em Ciências da Linguagem</description>
    <dc:date>2012-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7404">
    <title>O estatuto das pseudo relativas em português europeu</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7404</link>
    <description>Title: O estatuto das pseudo relativas em português europeu
Authors: Fernandes, Bruno Emanuel Pinto Ramos
Abstract: Quando Cuetos e Mitchell (1988) publicaram os resultados do seu estudo sobre aposição de relativas, colocaram em causa a universalidade dos princípios de parsing, em especial o de Aposição mais baixa, já que falantes de Espanhol preferiam uma aposição alta de relativas quando perante duas opções de aposição e falantes de Inglês preferiam aposição baixa. Desde então muitas explicações têm sido avançadas e, ainda que existam estudos que comprovem a preferência universal por aposição baixa em tarefas online, a distinção encontrada em tarefas offline continua por explicar. Grillo e Costa (2011) defendem que, ao contrário do assumido, os pronomes relativos that e que não são iguais porque o pronome relativo do Espanhol pode, ao contrário do pronome relativo do Inglês, introduzir Pseudo Relativas, e, nos contextos em que essa estrutura pode ser projectada, ela força uma aparente aposição alta, e é devido a esta distinção entre pronomes relativos que se obtém a diferença obtida entre línguas em tarefas de questionário. Estes autores predizem que qualquer estrutura semelhante à Pseudo Relativa deverá influenciar aposição alta em contextos de Pseudo Relativa e aposição baixa em contextos de oração relativa. Nesta tese testamos esta predição para a Construção Infinitiva Preposicionada numa tarefa de questionário cruzando disponibilidade de estrutura Pseudo Relativa e posição. A segunda experiência é uma repetição da primeira mas com Pseudo Relativas em Português Europeu, uma estrutura disponível na língua, mas cuja disponibilidade sofre grande variação. Devido a esta variação realizámos um terceiro teste que nos permitisse entender que interpretação os falantes obtêm desta estrutura e observar que características gramaticais podem influenciar essa interpretação. Os resultados dos primeiros dois testes mostram uma clara influência da disponibilidade da estrutura PR na determinação da aposição.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Linguagem</description>
    <dc:date>2012-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7390">
    <title>Topicalização e objeto nulo em português L2</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7390</link>
    <description>Title: Topicalização e objeto nulo em português L2
Authors: Silva, Mariana Rosa Moita
Abstract: Neste estudo, testámos falantes de espanhol que aprendem português como segunda língua, com o objetivo de investigar a sua sensibilidade a restrições sintáticas e de especificidade em construções de Topicalização e Objeto Nulo. As hipóteses colocadas previam, seguindo a hipótese de Transferência Plena/Acesso Pleno (Schwartz &amp; Sprouse 1994), que os falantes de nível elementar transferissem as propriedades da sua L1 e que os falantes de nível avançado já tivessem adquirido as propriedades da L2. Previa-se, também, que os juízos para as construções de Topicalização fossem paralelos aos juízos para as construções de Objeto Nulo, dado tratar-se de duas construções de tópicos marcados com as mesmas propriedades associadas, segundo a literatura. Os resultados mostraram que o grupo elementar não transferiu propriedades da L1, que o grupo avançado adquiriu as propriedades da L2 e que os juízos para Topicalização e Objeto Nulo foram paralelos. Outro dado que os resultados revelaram foi que houve uma preferência por construções de Deslocação à Esquerda Clítica e construções com clítico, por comparação com as construções de Topicalização e Objeto Nulo. Propomos, no final deste trabalho, e a título de conclusão, que essa preferência se relaciona com o facto de as primeiras construções serem mais fáceis de processar que as segundas (Abalada 2011).
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Linguagem- Psicolinguística</description>
    <dc:date>2012-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7385">
    <title>Terminologia da Segurança Social em Angola</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7385</link>
    <description>Title: Terminologia da Segurança Social em Angola
Authors: Undolo, Márcio Edu da Silva
Abstract: Este trabalho visa a apresentação de uma proposta de base de dados terminológica bilingue destinada aos utentes do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) de Angola, público muito vasto. Abordamos a terminologia da Segurança Social em Angola sob dois prismas. O primeiro diz respeito à segurança social em Angola: a relevância que o estudo da terminologia neste domínio pode ter para o país. O segundo especifica o ramo e domínio aos quais pertence a Segurança Social. Ademais, tivemos em conta o enquadramento do INSS em relação à estrutura orgânica do Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (MAPESS) no qual se insere.&#xD;
Este trabalho é motivado por se verificar uma certa carência de recursos terminológicos nos serviços do INSS. Através da verificação feita, dêmos conta da existência de um glossário electrónico intitulado ‘Glossário de Termos e Expressões’, onde observamos a ausência quase que total de definições terminológicas. Deste modo, é posta em causa o papel principal desse recurso terminológico: o de contribuir para a comunicação especializada. Por isso, aborda a problemática da definição em Terminologia. A abordagem consta de uma incursão da definição de definição, no domínio da Filosofia e da Lógica e, seguidamente, do ponto de vista da Linguística. Apresenta-se um conjunto de princípios metodológicos inerentes à redacção de uma definição terminológica, além de uma demonstração prática que permite dar conta de um conjunto de procedimentos necessários para a consecução de uma definição terminológica, demonstrando que as definições existentes no e-glossário do INSS são formalmente desajustadas.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Terminologia e Gestão de Informação de Especialidade</description>
    <dc:date>2012-03-01T00:00:00Z</dc:date>
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