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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/3076</link>
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    <dc:date>2013-05-22T15:48:56Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/9087">
    <title>Planeamento integrado de alta hospitalar nos idosos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/9087</link>
    <description>Title: Planeamento integrado de alta hospitalar nos idosos
Authors: Teixeira, Maria Inês da Costa Oliveira
Abstract: RESUMO: O planeamento da alta hospitalar representa um momento crucial no internamento de pessoas idosas, que muitas vezes regressam ao domicílio com necessidades complexas ao nível dos cuidados. No entanto, não existe um planeamento de alta universal, tornando prioritário o desenvolvimento de estratégias nesse sentido. Após revisão de literatura foi formulado um modelo de análise, com as dimensões e indicadores críticos para a problemática em estudo. Objectivo: Este estudo teve como objectivo analisar as repercussões que um planeamento de alta hospitalar integrado pode ter na satisfação e no bem-estar dos doentes e famílias, tendo impacto ao nível da redução das reincidências hospitalares. Métodos: Foi seleccionada uma amostra no Serviço de Medicina 1B do Centro Hospitalar Lisboa Norte, dividida aleatoriamente em dois grupos. O grupo controlo teve um planeamento de alta de acordo com os padrões habituais, enquanto o grupo experimental foi alvo de um planeamento de alta integrado, com enfoque na informação e clarificação nos cuidados pós alta, e com recurso à entrega de um documento de orientação para a alta. Foi realizado um contacto telefónico de follow-up um mês após a alta, para realização de um questionário telefónico. Resultados: Os participantes do grupo experimental revelaram ter tendência para estar mais bem preparados para a alta hospitalar e regresso ao domicílio, valorizando de forma mais positiva o processo de internamento e alta, bem como a auto-percepção de bem-estar. Conclusões: Apesar da limitação da dimensão da amostra, os resultados apontam no sentido de que os procedimentos do planeamento integrado de alta hospitalar têm um impacto positivo ao nível da satisfação e sentimento de bem-estar global dos idosos no regresso ao domicílio, influenciando na redução das reincidências hospitalares.------------ ABSTRACT: The hospital discharge planning represents a crucial moment in the hospitalization of the elderly, whom very often return home with very complex caring needs. However, there is no universal discharge planning as such, thus becoming mandatory to develop planning strategies. Upon review of reference literature, an investigational model was developed, that features the key indicators and dimensions of the subject matter. Aim: The aim of this study was to analyze how hospital discharge planning promotes the satisfaction and well-being of patients and their families, reducing the number of hospital readmissions. Methods: A sample population was selected from the 1B Internal Medicine Service of Centro Hospitalar Lisboa Norte, which was divided in two random groups. The control group experienced a standard discharge, whereas the experimental group underwent a planned integrated discharge, which focused on the clarification of the post-discharge caring needs. A discharge guidance document was produced and handed to the patients. One month after discharge, a follow-up telephone call was made. Results: The experimental group turned out to be better prepared for hospital discharge and to return home, positively valuing hospitalization and hospital discharge, as well as their perception of their own well-being. Conclusions: The integrated hospital discharge planning had a positive impact on patient satisfaction and global well-being upon their return, and effectively reduced the number of hospital readmissions.</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/8479">
    <title>A família cuidadora perante a dependência do seu familiar idoso</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/8479</link>
    <description>Title: A família cuidadora perante a dependência do seu familiar idoso
Authors: Costa, Anabela Reis da Silva
Abstract: RESUMO: O envelhecimento demográfico tem vindo a acentuar-se nas últimas décadas. É expectável um aumento mais acentuado no número de pessoas com mais de 80 anos, o que importará maiores custos médicos, mais suporte familiar e comunitário, maior probabilidade de cuidados de longa duração devido à prevalência de doenças crónicas. Conduzindo a uma maior procura de apoios formais e informais.&#xD;
A preocupação com aqueles que atingem idades avançadas tem vindo a suscitar inquietação face à urgência de necessidades de suporte, sentidas por familiares, amigos e vizinhos.&#xD;
A questão central que orientou este estudo diz respeito aos familiares cuidadores ou gestores de cuidados do seu familiar idoso dependente e ao idoso dependente. Procurei identificar quais as dificuldades sentidas e as estratégias desenvolvidas pela família cuidadora ou gestora dos cuidados prestados ao idoso dependente, descrever e caracterizar a dependência destes idosos.&#xD;
É um estudo transversal, exploratório, descritivo, de abordagem quantitativa e qualitativa. Apliquei um questionário a 25 familiares cuidadores ou gestores dos cuidados a idosos dependentes, internados nos serviços de medicina e cirurgia de um hospital privado, Hospital CUF Descobertas, possuindo previamente alguma dependência.&#xD;
Dos dados obtidos ressalta que as principais dificuldades sentidas pelos familiares cuidadores ou gestores dos cuidados são essencialmente na gestão do tempo e a saúde do cuidador. Estratégias mais desenvolvidas foram o recurso a empregada doméstica e a outros familiares. Posso Concluir que há uma tendência preferencial por parte da família, na complementaridade de apoios informais e formais para prestar os cuidados ao idoso dependente no seio da família.------------ ABSTRACT: Demographic aging has risen progressively over the past decades. The number of people over the age of 80 years old is expected to increase considerably and surely result in the rise of medical costs, the growing need for additional community and family support, higher probability of long-term medical care due to the increased risk of chronic disease and the seeking of help regarding formal and informal support.&#xD;
The concern with persons that attain advanced age has brought about a certain degree of uneasiness regarding the urgency of the need of support systems felt by family members, friends, neighbours.&#xD;
The main topic that has steered this study pertains to the family caregivers or the care managers of dependant elderly relatives and dependant elderly persons. I endeavoured to identify encountered difficulties and the strategies undertaken by family caregivers or care managers in regard to the elderly dependant, to describe and characterize the nature of the dependency of these elderly persons.&#xD;
Furthermore, this study could be defined as being wide-reaching, exploratory and descriptive, by means of a qualitative and quantitative approach. I utilized a questionnaire that involved 25 family caregivers and care managers of dependant elderly (hospitalized in medical or surgery wards of private hospital, CUF Descobertas Hospital and suffering from some type of dependency).&#xD;
Conclusions: The main difficulties felt by family caregivers or care managers are primarily related to time management and the health of the caregiver. Let it be mentioned that more developed strategies were adopted such as the employment/recruitment of a housemaid and the help of other relatives. In sum, it can be concluded that there is a preferential tendency by families in seeking the complementarity of informal and formal support in order to provide the necessary care to the dependent elderly in the family environment.</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/8400">
    <title>Alterações da função visual e da qualidade de vida relacionada com a saúde em indivíduos idosos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/8400</link>
    <description>Title: Alterações da função visual e da qualidade de vida relacionada com a saúde em indivíduos idosos
Authors: Marques, Gonçalo Bruno Fernandes
Abstract: RESUMO: Introdução: A visão é um sentido fundamental na relação do indivíduo com os mais variados ambientes, sendo elemento central na funcionalidade e independência do&#xD;
idoso, qualquer perturbação da função visual provoca limitações na qualidade de vida.&#xD;
As alterações demográficas em curso caracterizam-se pelo envelhecimento&#xD;
progressivo da população, paralelamente constata-se um aumento da prevalência de&#xD;
perturbações do sistema visual com alteração da função e do funcionamento visual.&#xD;
Considerando que os indivíduos idosos são mais dependentes da visão, e que não&#xD;
existem para esta área estudos desenvolvidos em Portugal, esta investigação tem como fundamento analisar a influência que a perturbação da função visual em indivíduos com 65 ou mais anos tem na qualidade de vida relacionada com a saúde.&#xD;
Estudaram-se também as características sócio-demográficas dos indivíduos participantes, da saúde visual e a percepção da saúde geral, bem como identificaram se junto dos idosos participantes e de Médicos especialistas em Medicina Geral e&#xD;
Familiar perspectivas sobre perturbações da função visual e envelhecimento.&#xD;
Desenho de estudo: Estudo transversal, caso-controlo e descritivo-exploratório.&#xD;
Materiais e Métodos: A partir de uma população de 112 indivíduos com 65 ou mais&#xD;
anos, frequentadores de várias instituições de apoio social do Concelho de Loures e de&#xD;
idosos frequentadores/institucionalizados da Mansão de Santa Maria de Marvila,&#xD;
unidade orgânica da Fundação D. Pedro IV, foram incluídos no estudo 90 (80,4%). Após&#xD;
consentimento informado, procedeu-se à avaliação da função visual nos Laboratórios&#xD;
de Ortóptica da Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa, onde também se&#xD;
aplicaram o Questionário de Funcionamento Visual VFQ-25 e uma questão aberta para&#xD;
o tipo de dificuldades de visão sentidas durante o último ano. Aplicou-se ainda, em&#xD;
ambiente virtual, uma pergunta aberta a Médicos especialistas em Medicina Geral e&#xD;
Familiar para aspectos relacionados com o diagnóstico/suspeita relativamente tardio&#xD;
de perturbações da função visual.&#xD;
Procedeu-se ao tratamento descritivo das características sócio-demográficas, da&#xD;
percepção de saúde geral e da saúde visual e das respostas dos idosos e dos médicos.&#xD;
Analisou-se a relação entre função visual e qualidade de vida relacionada com a saúde&#xD;
aplicando o teste não-paramétrico de Mann-Whitney.&#xD;
Resultados: Constatou-se que os indivíduos da amostra são maioritariamente do&#xD;
género feminino (71,1%), casados (41,1%), detentores de baixos níveis de escolaridade&#xD;
em que 63,3% apenas frequentou/concluiu o 1º ciclo do ensino básico e quase na sua&#xD;
totalidade reformados (88,9%). Verifica-se que 77,8% dos idosos percepciona a sua&#xD;
saúde geral como razoável ou boa. Da mesma forma, 86,7% dos indivíduos têm a função visual alterada devido principalmente à alteração da acuidade visual para longe&#xD;
(86,7%), registando-se que 65,5% dos olhos tinham uma acuidade visual igual ou&#xD;
superior a 5/10. Outras dimensões que contribuíram para a alteração da função visual contam-se a sensibilidade ao contraste (63,3%), estereopsia (51,1%), visão cromática (38,9%) e a motilidade ocular (25,6%). Obtiveram-se assim maiores pontuações para as diversas escalas do questionário VFQ-25 em indivíduos com função visual alterada exceptuando nas escalas actividades de perto, condução e dependência. Verificou-se portanto existir relação entre alteração da função visual e perturbação da qualidade de vida relacionada com a saúde. À questão colocada aos idosos, 42,6% não manifestou qualquer razão para que visse mal/sentisse dificuldades de visão durante o último ano. A diminuição da acuidade visual para longe/perto foi referida por 20,5% dos indivíduos, seguido pela deterioração do estado de saúde geral e ocular por 15%.&#xD;
As respostas do Médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar sobre razões para&#xD;
a suspeita/diagnóstico relativamente tardia das perturbações da função visual, indicam&#xD;
a iliteracia dos idosos para a saúde da visão e semiologia ocular (34%), a baixa&#xD;
formação/informação dos Médicos de Medicina Geral e Familiar na área da saúde da&#xD;
visão (22%) e a pouca acessibilidade e resposta demorada/ineficaz dos serviços de&#xD;
oftalmologia do SNS (20%) como principais motivos para os assuntos questionados.Conclusões: As alterações do sistema visual com impacto na função e no&#xD;
funcionamento visual alteram a qualidade de vida relacionada com a saúde, devido&#xD;
principalmente à alteração da acuidade visual para longe.&#xD;
Os idosos do estudo não valorizam a saúde visual ao percepcionarem positivamente a&#xD;
saúde geral e a saúde visual relativamente à avaliação da função visual. É fundamental&#xD;
definir estratégias e programas de literacia para a saúde da visão para toda a&#xD;
população, não apenas destinados a idosos.&#xD;
Sugere-se repensar o modelo de formação base dos Médicos com especial incidência&#xD;
na área da saúde da visão, com necessidades sentidas de formação/informação.&#xD;
As respostas obtidas dos idosos e dos Médicos indicaram existir fragilidades na saúde da visão, necessário repensar o modelo de prestação de cuidados de saúde nesta área.&#xD;
Esta investigação permitiu ao autor uma reflexão sobre as temáticas relacionadas com&#xD;
o envelhecimento levando a uma mudança de atitudes e comportamento na abordagem profissional a indivíduos idosos, promovendo autonomia nas escolhas e decisões em questões de saúde, na criação de estratégias para lidar com o problema de visão e na adaptação à nova condição de saúde da visão.---------------ABSTRACT:Purpose: The vision is a fundamental sense in the individual's relationship with the&#xD;
most varied environments, a central element in the functionality and independence of&#xD;
the elderly, any disturbance of visual function causes limitations in quality of life. The current demographic changes are characterized by progressive aging of population, there has been a parallel increase in the prevalence of disorders of the visual system by changing the visual function and functioning. Whereas the elderly are more dependent on vision, and there are no studies in this area developed in Portugal, this research is based analyze the influence that the disturbance of visual function in subjects aged 65 years or more has on the health related quality of life. We studied also the socio-demographic characteristics of the subjects, the eye health and general health perception, and identified themselves with the elderly participants and medical specialists in Family General Medicine perspective on disorders of visual function and&#xD;
aging.&#xD;
Design: Cross-sectional study, case control, descriptive and exploratory.&#xD;
Methods: From a population of 112 people with 65 or more years, regulars of various&#xD;
social welfare institutions of the Municipality of Loures and elderly&#xD;
regulars/institutionalized the Mansion of Santa Maria de Marvila, organic unity of the&#xD;
Foundation D. Pedro IV, were included 90 (80.4%). After informed consent, proceeded&#xD;
to the assessment of visual function in the Laboratories of Orthopticsof the School of&#xD;
Health Technology of Lisbon, where he also applied the Visual Functioning&#xD;
Questionnaire VFQ-25 and an open question for the type of vision difficulties&#xD;
experienced during the last year. Was applied also in a virtual environment, an open question to Doctors specialists in family general medicine related to the&#xD;
diagnosis/suspected relatively late disturbance of visual function. We carried out the descriptive treatment of socio-demographic characteristics, perception of general health and eye health and the responses of older people and doctors. We analyzed the relationship between visual function and quality of life related to health by applying the nonparametric Mann-Whitney test.&#xD;
Results: We found that individuals in the sample are mostly female (71.1%), married&#xD;
(41.1%), holders of low levels of education in which only 63.3% frequented /&#xD;
completed the 1st cycle of primary and almost entirely retired (88.9%). It is found that 77.8% of the elderly perceive their general health as fair or good. Likewise, 86.7% of individuals have altered vision mainly due to the change in visual acuity away (86.7%),up to 65.5% of eyes had a visual acuity of 5/10 or greater. Other dimensions that contributed to the alteration of visual function include contrast sensitivity (63.3%), stereopsis (51.1%), color vision (38.9%) and ocular motility (25.6%). There was thus obtained the highest scores for different scales of the questionnaire VFQ-25 in patients&#xD;
with altered vision except for scales related to near activities, driving and dependence.&#xD;
It is therefore a relationship between alteration in visual function and disturbance of quality of life related to health.&#xD;
To question for the elderly, 42.6% expressed no reason to see evil/feel difficulty seeing&#xD;
over the last year. The decrease in visual acuity for distance/near was reported by&#xD;
20.5% of subjects, followed by the deterioration of general health and eye for 15%. The responses of medical specialists in general practice about reasons for the&#xD;
suspicion/diagnosis relatively late disturbance of visual function, indicate the illiteracy of the elderly for healthy vision and ocular semiology (34%), low education/information for Doctors in the health of vision (22%) and poor accessibility and response timeconsuming/&#xD;
inefficient NHS ophthalmology services (20%) as main reasons for the subjects questioned.&#xD;
Conclusion: Changes in the visual system with an impact on visual function and the&#xD;
functioning change the health related quality of life, mainly due to the change in&#xD;
distance visual acuity. Older people do not value the visual health perceiving the&#xD;
general health and eye health positively relatively of visual function. It is essential to define strategies and literacy programs for eye health for the entire population, not just for the elderly.&#xD;
It is suggested reconsider the model of basic training of Doctors with special focus on the health of the vision, with special needs sensed training/information.&#xD;
The responses of older people and doctors have indicated there is weakness in eye&#xD;
health, need to rethink the model of health care in this area. This research allowed the&#xD;
author to reflect on issues related to aging leading to a change in attitudes and&#xD;
behavior in professional approach to the elderly, promoting autonomy in choices and&#xD;
decisions in health issues, creating strategies to deal with the problem of vision and adaptation to new conditions of eye health.</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/7743">
    <title>Mobilidade funcional, risco de queda, nível de actividade física e percepção de saúde em indivíduos com 65 ou mais anos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/7743</link>
    <description>Title: Mobilidade funcional, risco de queda, nível de actividade física e percepção de saúde em indivíduos com 65 ou mais anos
Authors: Amaro, Ana Rita Pedro
Abstract: RESUMO:O objectivo deste estudo foi analisar a relação entre mobilidade funcional, risco de queda, nível de actividade física e percepção de saúde de 34 indivíduos praticantes (n=18) e não praticantes (n=16) de exercício físico duas ou mais vezes por semana durante pelo menos 45 minutos, residentes na comunidade e ambulatórios.&#xD;
Tipo de estudo: transversal exploratório-descritivo.&#xD;
Metodologia: foi feito um levantamento das variáveis de caracterização (idade, sexo,&#xD;
habilitações literárias, situação sócio-económica, situação familiar) e do estado cognitivo e estado emocional/depressão (Mini-Mental State Examination e Geriatric Depression Scale). As variáveis em análise foram: a mobilidade funcional avaliada através do Timed up and GoTest, o risco de queda medido com o Funtional Reach Test, o nível de actividade física avaliado através do Questionário Internacional de Actividade Física (IPAQ) e a percepção de saúde medida através do SF-6D. Foi também questionada a&#xD;
prática de alguma modalidade de exercício físico, da sua frequência e duração.&#xD;
Os dados foram analisados através de estatística descritiva, foi realizada uma regressão linear múltipla e uma análise bivariada das correlações, utilizando o coeficiente de correlação linear de Pearson (p ≤ 0,05).Resultados: verificou-se que, na amostra global, a maioria dos indivíduos apresentou uma mobilidade funcional considerada normal (TUG&lt;10 segundos), e um risco de queda moderado (FRT entre 15,24 e 25,40 cm), embora sem diferenças entre os grupos em análise.&#xD;
A actividade física apresentou uma duração média de 685,88±540,16 minutos por semana, sendo que 18 indivíduos praticavam exercício físico pelo menos 45 minutos e duas ou mais vezes por semana.A percepção do estado de saúde foi bastante satisfatória, sendo a pontuação média do SF-6D de 0,915±0,067.&#xD;
A análise entre grupos demonstrou que o grupo que praticava exercício físico&#xD;
apresentava um maior número de indivíduos na faixa etária dos 65-74 anos, tinha mais&#xD;
escolarização e melhor estado cognitivo. Estes indivíduos eram fisicamente mais activos e faziam-o, na sua maioria, com uma frequência bissemanal, apenas um desempenhando uma modalidade de intensidade vigorosa. A análise estatística demonstrou que: a mobilidade funcional e o risco de queda eram mais desfavoráveis nos indivíduos com mais idade; o estado cognitivo estava associado a maior mobilidade funcional; uma boa mobilidade funcional correspondeu a um risco de queda reduzido, a mais prática de actividade física, a melhor percepção do estado de saúde e a manutenção do estado cognitivo. Os indivíduos com menor risco de queda apresentaram melhor estado cognitivo e emocional. E este último correspondeu a uma&#xD;
melhor percepção do estado de saúde e a um melhor estado cognitivo.&#xD;
Conclusão: a manutenção da mobilidade funcional reduz o risco de queda aumenta a&#xD;
prática de actividade física e melhora a percepção de saúde de indivíduos com 65 ou&#xD;
mais anos residentes na comunidade.--------- ABSTRACT: Objective: the aim of this study was to analyze the relationship between functional mobility, falls risk, level of physical activity and health perception in a sample of 34 subjects, 18 that practice exercise two or more times a week for at least 45 minutes and 16 that don’t practice exercise, residents and community.&#xD;
Designs: cross-sectional exploratory-descriptive survey.&#xD;
Methods: descriptive variables are age, sex, education, socio-economic level, family&#xD;
status, cognitive status (Mini-Mental State Examination) and emotional status/depression&#xD;
(Geriatric Depression Scale). We analyze the functional mobility with the Timed up and&#xD;
Go Test, the falls risk with Functional Reach Test, the level of physical activity with the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) and health perception with SF-6D.&#xD;
We also questioned the practice of exercise, their frequency and duration. Data were&#xD;
analyzed using descriptive statistics, a multiple linear regression analysis and bivariate correlations, using the linear correlation coefficient of Pearson (p ≤ 0.05).&#xD;
Results: we found that, in the total sample, most individuals had considered a normal&#xD;
functional mobility (TUG &lt;10 seconds), and a moderate falls risk (FRT between 15.24 and&#xD;
25.40 cm), but no difference between groups.&#xD;
Physical activity showed an mean of 685.88 ± 540.16 minutes per week, with 18&#xD;
individuals pratice physical exercise at least 45 minutes and two or more times per week.&#xD;
The mean score of the SF-6D was 0.915 ± 0.067 and the perception of health was&#xD;
satisfactory.&#xD;
The analysis between groups showed that the group that practice physical exercise had a&#xD;
greater number of individuals aged 65-74 years, had more schooling and better cognitive status. These subjects were more physically active and mostly did it two times a weak and only one playing a kind of vigorous intensity.&#xD;
The multiple linear regression and correlations, using the linear correlation coefficient of Pearson (p≤0.05) showed that: functional mobility and fall risk decrease with age increase. The cognitive status was associated with greater functional mobility, a good functional mobility corresponded to a reduced falls risk, more physical activity, a better perception of health status and maintenance of cognitive status. Subjects with lower falls risk had better cognitive and emotional state. And subjects with a better emotional status have a better health perception and better cognitive status.&#xD;
Conclusion: the maintenance of functional mobility reduces falls risk, increase physical activity and improves health perception of individuals with 65 years or older living in the community.</description>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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