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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <dc:date>2013-05-22T02:54:27Z</dc:date>
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    <title>Conquistando mentes e corações. A luta contra o terrorismo e a comunicação estratégica no contexto da Nato</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/9524</link>
    <description>Title: Conquistando mentes e corações. A luta contra o terrorismo e a comunicação estratégica no contexto da Nato
Authors: Ceia, Marta Filipa Martins
Abstract: A presente dissertação tem como objetivo perceber o papel da comunicação&#xD;
estratégica no contexto da luta contra o terrorismo. O terrorismo é considerado como&#xD;
sendo a principal ameaça securitária contemporânea e a Organização do Atlântico Norte&#xD;
(NATO) tem um papel fundamental no desenvolvimento dos esforços de combate e&#xD;
prevenção dessa ameaça no seio da comunidade internacional.&#xD;
As últimas décadas foram férteis em transformações que obrigaram a uma&#xD;
profunda e rápida adaptação ao novo ambiente. Os media juntaram-se ao rol de atores&#xD;
políticos relevantes, aqueles que têm o poder de influenciar decisões e ações,&#xD;
remodelando assim a realidade. Com a internet surgem novos fenómenos como as redes&#xD;
sociais que democratizam o espaço mediático e levam à desaparição das fronteiras&#xD;
dando origem àquilo a que se tem chamado uma “opinião pública mundial” que exige&#xD;
ser ouvida e cujo “controlo” ou “influência” é visado por entidades tais como Estados,&#xD;
organizações ou empresas. Estes novos espaços de oportunidades são solo fértil para o&#xD;
aparecimento de novos atores que, tomando partido do desaparecimento de fronteiras,&#xD;
utilizam-nos para transmitirem a sua mensagem e lutarem eles próprios pela influência&#xD;
da opinião pública. Os grupos terroristas, como a al-Qaeda, são utilizadores experientes&#xD;
destes espaços.&#xD;
Em suma, a nossa tese consiste em afirmar que aquilo que está em causa hoje&#xD;
em dia é não só uma guerra no sentido tradicional do termo como também um conflito&#xD;
de interpretações. Para fazer face a este conflito e poder ganhá-lo, o que significará&#xD;
ganhar “os corações e as mentes” do público, a comunicação de organizações como a&#xD;
NATO terá de ocupar um lugar cimeiro na estratégia prosseguida como esforço&#xD;
fundamental para o sucesso da missão.&#xD;
Neste sentido, sobretudo a partir de 2009, data da adopção do conceito pela&#xD;
NATO, a comunicação estratégica tem sido debatida enquanto elemento fundamental&#xD;
para o sucesso não só das missões da aliança como da própria sobrevivência da organização. O exemplo do Afeganistão (tal como o dos EUA no Iraque) abriu a porta&#xD;
ao debate sobre a forma como a NATO se está a adaptar ao novo ambiente estratégico,&#xD;
no qual a perceção dos públicos é um elemento fundamental para o sucesso de qualquer&#xD;
missão. Na NATO, o esforço pela influência das percepções, atitudes e comportamentos&#xD;
das várias audiências (domésticas, parceiras/inimigas e locais) tem ao seu dispor vários&#xD;
instrumentos de comunicação coordenados de acordo com um plano elaborado sob a&#xD;
alçada da comunicação estratégica.&#xD;
Assim, a NATO (tal como outras organizações tradicionais) vê-se obrigada a&#xD;
adotar novas abordagens adaptadas ao novo ambiente securitário e mediático e ao novo&#xD;
tipo de ameaças. Essa adaptação de métodos e procedimentos obriga, por sua vez, ao&#xD;
repensar da estrutura organizacional tradicional que se tornou obsoleta e desadequada à&#xD;
nova realidade. Para se manter como um ator importante do plano securitário atual e&#xD;
futuro, argumentamos que a aliança tem de transformar a sua estrutura tradicionalmente&#xD;
hierárquica e burocratizada, a qual deverá dar lugar a uma estrutura mais flexível.
Description: Dissertação de Mestrado em&#xD;
Ciências da Comunicação&#xD;
Área de Especialização em Comunicação Estratégica</description>
    <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/9454">
    <title>A responsabilidade social interna e o funcionário "cliente" - estudo de caso da Nestlé Portugal</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/9454</link>
    <description>Title: A responsabilidade social interna e o funcionário "cliente" - estudo de caso da Nestlé Portugal
Authors: Oliveira, Caroline Pires de
Description: Dissertação apresentada para o cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Comunicação</description>
    <dc:date>2012-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/9449">
    <title>Proposta e avaliação de modelo de formação em e-learning para profissionais de saúde</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/9449</link>
    <description>Title: Proposta e avaliação de modelo de formação em e-learning para profissionais de saúde
Authors: Gomes, Helena Maria Faria
Description: Trabalho de projecto de Mestrado em Gestão de Sistemas de E-Learning</description>
    <dc:date>2012-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/9443">
    <title>O Percurso da informação. Da agenda à redação</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/9443</link>
    <description>Title: O Percurso da informação. Da agenda à redação
Authors: Ferreira, Paula Margarida de Figueiredo Alves Cardona
Abstract: Logo no início da escrita deste relatório de atividade profissional, foi notada a&#xD;
inexistência de literatura sobre a matéria – agenda de informação – e sobre os&#xD;
condicionalismos que causa na produção de notícias. A informação na agenda faz parte&#xD;
do processo de construção das notícias, cujas práticas e mecanismos este trabalho tenta&#xD;
evidenciar.&#xD;
Tendo como base a atividade na RTP, o relatório não se limita à empresa. O foco&#xD;
de interesse incide na relação entre a agenda e a redação e inclui um olhar numa agência&#xD;
de notícias como a Lusa. Este trabalho visa debater a concepção de uma agenda de&#xD;
informação e as interdependências com a redação.&#xD;
A investigação académica que utiliza metodologias mais empíricas para estudar&#xD;
o jornalismo, em particular a observação participante, implicando a presença do&#xD;
investigador no local onde as notícias são produzidas e junto de quem as produz, tem&#xD;
sido praticamente centrada na redação. A título de exemplo, referimos o caso da&#xD;
investigação de Herbert Gans, em 1979,2 sobre a CBS que analisou a produção de&#xD;
notícias nas redações, procurando responder à célebre pergunta: “Porque são as notícias&#xD;
como são?” Outros estudos – Tuchman, em 1978 e Fishman, em 1980 – definiram o&#xD;
mesmo foco de interesse. Anteriores a esta data, nos anos 50, são os estudos de David&#xD;
Manning ‘s White com uma análise sobre o editor de notícias e Warren Breed que&#xD;
aprofunda o controlo social nas redações 3.&#xD;
Outros departamentos de uma empresa de comunicação social, hoje em dia tão&#xD;
conectados entre si, como é o caso da agenda de informação de uma televisão,&#xD;
permanecem completamente ignorados, são desconhecidas as suas rotinas e formas de&#xD;
hierarquia e organização, não conhecemos os seus profissionais nem o seu contributo para a forma e o conteúdo final da informação que é publicada ou transmitida aos&#xD;
leitores, aos ouvintes e aos telespetadores.&#xD;
Até que ponto a agenda não é o local de nascimento da notícia dentro de uma&#xD;
empresa de comunicação social? Este trabalho é um modesto contributo para reduzir&#xD;
essa invisibilidade e diminuir o silêncio em torno do funcionamento e das rotinas&#xD;
existentes numa agenda de informação, procurando compreender de que forma as&#xD;
dinâmicas profissionais que este departamento estabelece com a respetiva redação&#xD;
configuram práticas jornalísticas ou parajornalísticas com impacto na qualidade da&#xD;
informação final.&#xD;
A agenda, como parte integrada no processo da produção de notícias, funciona&#xD;
como um campo preparatório. Numa televisão, pode produzir mais impacto porque&#xD;
permite (ou não) ter imagens de um acontecimento, mas é secundarizada por fazer&#xD;
apenas parte dos preparativos e por ela própria não fazer parte do ecrã de televisão, estar&#xD;
nos bastidores, onde aqueles que trabalham para a notícia não são vistos, nem ouvidos.&#xD;
Adicionamos ainda uma pequena reflexão histórica já que, tal como todas as&#xD;
atividades ligadas ao jornalismo, trata-se de uma área cujas tarefas, dinâmicas, missão e&#xD;
objetivos foram completamente revolucionados pelas sucessivas tecnologias de&#xD;
informação e comunicação.&#xD;
As etapas são marcadas pelas tecnologias que condicionam a reportagem e a&#xD;
organização das empresas que gerem e tratam informação. Nos primeiros anos da RTP,&#xD;
prevalecia o entretenimento que incluía o teatro em televisão, em relação à informação.&#xD;
Não havia jornalistas, porque em televisão não existia esta designação, havia redatores&#xD;
que escreviam sobre as imagens de um acontecimento. A informação era escassa, em&#xD;
pouca quantidade e não existia um serviço de agenda. O secretário de redação - que&#xD;
dará origem ao serviço de agenda - surge em 1965 quando o chefe de redação deixa de&#xD;
fazer a agenda e passa a existir um funcionário dedicado em exclusivo a esta tarefa e&#xD;
com a competência da gestão de meios, de gerir os operadores de câmara. Os anos 80&#xD;
são marcados pela introdução dos computadores e por um sistema interno que permitia&#xD;
o agendamento em computadores não na datilografia, remetendo para segundo plano o&#xD;
papel em favor da digitalização. Esta digitalização ou imaterialização permitirá uma&#xD;
maior conexão e simultaneidade de serviços cada vez mais progressiva quer na relação&#xD;
com o exterior, quer dentro da própria empresa. As novas dinâmicas da produção de conteúdos - receção de imagens do&#xD;
estrangeiro, conjuntos de imagens com códigos próprios inseridas no sistema interno de&#xD;
uma empresa de comunicação social - acessíveis aos jornalistas na redação, alteraram as&#xD;
rotinas de trabalho, acelerando cada vez mais a velocidade de publicação da notícia. Nas&#xD;
agendas e nas redações, a leitura dos jornais já não se faz de 24 em 24 horas, mas a cada&#xD;
minuto de publicação na internet.
Description: Relatório de Atividade Profissional de Mestrado em Ciências&#xD;
da Comunicação – área de especialização em Jornalismo</description>
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