<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/2245">
    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/2245</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10362/3598" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10362/3596" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/10362/3281" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2013-05-20T21:50:25Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/3598">
    <title>Ir à terra - mobilidade transnacional e construção de sedentariedades imaginadas</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/3598</link>
    <description>Title: Ir à terra - mobilidade transnacional e construção de sedentariedades imaginadas
Authors: Silvano, Filomena
Abstract: O texto mostra como é que os membros de uma família, de origem&#xD;
portuguesa mas em viagem constante entre duas aldeias de Trás-os-Montes e a cidade&#xD;
de Paris, constroem os seus próprios universos culturais e, consequentemente, as suas identidades. Nesse ano a autora acompanhou e filmou o quotidiano da família nos&#xD;
percursos entre as suas duas casas de Paris e as casas dos pais de ambos, em Trás-os-&#xD;
Montes. Entretanto foi-se desenhando, face ao desejo da família visitar a Expo 98, um&#xD;
segundo projecto de filme, a rodar em Lisboa durante o Verão de 98, para observação dos efeitos,&#xD;
em pessoas com identidades fortemente marcadas pela diáspora, de uma visita à&#xD;
capital do País no momento em que aí se realizava uma exposição com visibilidade&#xD;
internacional.
Description: Relações sociais de espaço, homenagem a Jean Remy, Lisboa, org. Casimiro Balsa p. 199-218.</description>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/3596">
    <title>Société rurale, société urbaine: espaces en interaction</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/3596</link>
    <description>Title: Société rurale, société urbaine: espaces en interaction
Authors: Pellegrino, Pierre; Mondada, Lorenza; Neves, João; Silvano, Filomena
Abstract: The structuration of the space where the rural society has been developped works as an echelonned separation to the other, the most different in the most remote; all of them are placed in a successive series of juxtapositions and interlocking series where the plural on one scale is the singular on another one, the homogeneous. However, in the generalized diffusion of properties, informations and valies, this echelonnement is obsolete; in an urban society, the remote is the here and the other in the same; so the communication problems between social entities are not just established in a coexistential and relational way, but also - and especially - in terms of integration and future.
Description: La sociologie et les nouveaux défis de la modernisation, Porto, pp. 315-326</description>
    <dc:date>1987-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/10362/3281">
    <title>Cartografar um passado para uma identidade metropolitana</title>
    <link>http://hdl.handle.net/10362/3281</link>
    <description>Title: Cartografar um passado para uma identidade metropolitana
Authors: Silvano, Filomena
Abstract: O texto que agora finalizo foi construído a partir de uma&#xD;
proposta de trabalho que associava, num mesmo título, e portanto&#xD;
numa mesma problemática, as palavras “património” e “identidades”:&#xD;
partindo de uma série de mapas relativos ao património&#xD;
da área metropolitana de Lisboa pretendia-se pensar a questão do&#xD;
papel deste na criação de uma “identidade metropolitana”. Parece-&#xD;
me que ao longo do texto se foi tornando claro que existe uma&#xD;
relação óbvia entre patrimonialização e negociação identitária e que&#xD;
ambas as dinâmicas – aqui articuladas, mas passíveis de serem&#xD;
pensadas isoladamente – se espacializam a diversas escalas. Por&#xD;
isso penso que, a existir, a “identidade metropolitana” será construída&#xD;
no interior de uma complexa negociação que implicará, também&#xD;
ela, a presença de diferentes escalas de pertinência social e&#xD;
cultural. O papel de cidade aglutinadora, que Lisboa provavelmente&#xD;
já assume por via funcional, deverá ser reforçado pela criação&#xD;
de um sentimento de pertença que ligue simbólica e emocionalmente,&#xD;
apesar da diversidade do espaço envolvido, a população&#xD;
da área metropolitana de Lisboa à cidade. Mas, e justamente porque&#xD;
o espaço é económica, social e culturalmente diverso, o reforço&#xD;
desse sentimento terá de ser produzido em articulação com&#xD;
uma multiplicidade de processos de identificação territorial de escala&#xD;
mais reduzida. A criação de uma identidade metropolitana dependerá&#xD;
do equilíbrio que resulte do jogo instável e infinitamente&#xD;
manipulável entre a afirmação das semelhanças e a aceitação das&#xD;
diferenças. Uma metrópole não se pode construir se não conseguir&#xD;
que o sentimento de pertença colectiva que lhe dá existência&#xD;
se produza em simultâneo, mas não em contradição, com outros&#xD;
sentimentos de pertença que por serem mais localizados permitem&#xD;
manter os sentidos das vidas quotidianas de uma parte significativa&#xD;
da sua população.
Description: Atlas da Área Metropolitana de Lisboa, dir. e coord. José António Tenedório</description>
    <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

