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  <title>DSpace Community: DCR</title>
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  <subtitle>DCR</subtitle>
  <id>http://hdl.handle.net/10362/422</id>
  <updated>2013-05-24T22:14:50Z</updated>
  <dc:date>2013-05-24T22:14:50Z</dc:date>
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    <title>Untitled: connecting layers of confusion, sensation and transformation</title>
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    <author>
      <name>Krasilnikova, Daria</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10362/9663</id>
    <updated>2013-05-20T13:25:03Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Untitled: connecting layers of confusion, sensation and transformation
Authors: Krasilnikova, Daria
Abstract: I believe that glass is a higher substance than most materials. It is a material reflecting humanity. For me, glass is at once a symbolic personification of human beings and at once a state of complete confusion. It is hard to work with. You either have to be talented or patient in order to pass through all the challenges to achieve the highest point of development and harmony. It is like working to be in balance with the material. At times I see it as my own reflection. Maybe I was chosen to be here. Glass making is at some point its own philosophical school, with its systems and meditation, with the training and frustration. It is its own world, its own orbital where we are spinning. Some are closer to the core and some are farther away, but working with glass demands that we all go through the layers to get to the core. It is not maybe as straight as we might hope and doesn’t quite fit the scientific rules. Glass seems to me to be a labyrinth with a goal of the 8th chakra, being a Master in glass making.&#xD;
Two years ago I chose to move to Portugal and work with glass. Looking at all the wonderful glass hand-made objects around me gave me a sense of excitement. I could not believe that I would be able to do the same. The strong desire to achieve new techniques left me excited while at the same time confused and frustrated. That feeling carried with me through the whole time of the program. The state of confusion, insecurity in my skills, and possibilities were constantly changing. But it never disappeared.&#xD;
I now propose to explain my personal transformation, layer by layer, as I also work to explain how a young lady from Russia meets glass art and glass science, and attempts to understand their interactions.&#xD;
In this work colored glass was produced using the gold nanoparticles and the layer by layer deposition of polyelectrolytes through dip coating in order to apply it to artworks that use glass as a medium. Gold was used aiming to obtain a range of colors from purple to blue. The gold nanoparticles were applied to a glass by immersing samples with previously applied multilayers films with polyelectrolytes. A chosen temperature was used both for reduction and fixation of the nanoparticles into the glass. Attention was focused on the influence of used temperature during thermal treatment for color fixation. Furthermore, several experiments took place in order to clarify the efficiency of applying texture to the sample with the purpose of color fixation. The effect of variables such as the number of polyelectrolytes multilayers and metal solution concentration on the resulting color was also studied. As a potential reducing agent of metals such as gold, the tin element can have influenced on the nanoparticles formation process. An experiment was performed in two samples of soda-lime glass on the surface of which tin was implanted. The influence of tin implantation on the final color of the sample was determined. The samples were characterized using UV-Visible absorption spectroscopy.&#xD;
The intention was to produce colored glass samples and apply it to the artwork using the “Occhi” technique. After the experiments the direction for the artwork has been changed and the new results achieved.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre&#xD;
em Arte e Ciência do Vidro</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Capela de S. João Baptista: o esplendor do mosaico vítreo - Caracterização dos elementos colorantes</title>
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    <author>
      <name>Canaveira, Sara Isabel Martins</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/9627</id>
    <updated>2013-05-15T14:51:10Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Capela de S. João Baptista: o esplendor do mosaico vítreo - Caracterização dos elementos colorantes
Authors: Canaveira, Sara Isabel Martins
Abstract: Estudou-se um conjunto de fragmentos de tesselas de vidro, do século XVIII, de produção italiana, retiradas dos painéis e pavimento da capela de S. João Baptista, na Igreja de S. Roque em Lisboa. Esta obra não encontra paralelo no território nacional e apresenta poucos exemplares em Itália, terra natal do vidreiro responsável pelo fabrico dos mosaicos, Alessio Matiolli.&#xD;
Este estudo surgiu devido à integração da autora na equipa italiana de restauro dos painéis de mosaicos, onde surgiu também a necessidade de uma caracterização morfológica e química destes materiais, especialmente dos elementos colorantes. A caracterização analítica pretendeu não só averiguar a técnica de produção, visto que este tipo de mosaico apenas teve um estudo preliminar em 2008, mas também investigar a corrosão que algumas cores em particular exibiam. A abordagem utilizada foi de natureza multi-analítica, incluindo a espectroscopia de fluorescência de raios X dispersiva de energias (μ-EDXRF), a microscopia de Raman, a microscopia electrónica de varrimento com microanálise de raios X (SEM-EDS), e a microscopia óptica.Os resultados analíticos indicaram que todas as amostras retiradas são constituídas por um vidro essencialmente plúmbico e que na maioria das cores analisadas existe um vidro base branco, cuja cor é conferida pelo antimoniato de cálcio (Ca2Sb2O7). Os principais colorantes identificados são o cobre na forma de cuprite (Cu2O) para os vidros vermelhos, laranjas, rosas e castanhos, o óxido de cobre na cor verde, o óxido de cobalto na cor azul e o óxido de manganês na cor roxa. A cor amarela é obtida através de um óxido ternário cuja estrutura molecular é similar ao pigmento amarelo de Nápoles (antimoniato de chumbo, Pb2Sb2O7) mas apresenta-se numa estrutura designada como óxido ternário (Pb2Sb2-xSnxO7-x/2). O terceiro elemento constituinte não foi inequivocamente identificado mas existem algumas evidências que possa ser o estanho. Este pigmento amarelo foi responsável também pela coloração nas cores laranja, castanho e rosa, juntamente com a cuprite.&#xD;
As cores laranja, castanho e rosa apresentavam uma camada negra lateral designada na literatura como “scorzetta”. E este trabalho visou também caracterizar a natureza desta camada. Verificou-se que a camada negra é constituída essencialmente por tenorite (CuO), formada pelo contacto do vidro com o ar durante a sua produção.&#xD;
A corrosão observada nas amostras de cor vermelha, rosa e laranja deve-se a processos de lixiviação do vidro e à formação de uma camada cinzenta, devido à reacção entre os iões de chumbo extraídos.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em&#xD;
Conservação e Restauro</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Os Livros de Horas (séc. XV) na colecção do Palácio Nacional de Mafra: estudo e conservação</title>
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    <author>
      <name>Araújo, Ana Rita da Silva de</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/9329</id>
    <updated>2013-04-16T10:05:30Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Os Livros de Horas (séc. XV) na colecção do Palácio Nacional de Mafra: estudo e conservação
Authors: Araújo, Ana Rita da Silva de
Abstract: Três livros de horas, datados do início do século XV e pertencentes à colecção do Palácio Nacional de Mafra, foram estudados por uma equipa multidisciplinar.&#xD;
Neste trabalho vão ser apresentados os resultados dos estudos dos materiais e técnicas. Uma abordagem multi-analítica revelou a paleta molecular utilizada para criar cor e reuniram-se novas perspectivas na produção destes códices ricamente decorados. A paleta1 encontra-se de acordo com a datação dos manuscritos. A grande abundância com que o lápis-lazúli e lacas de pau-brasil foram aplicados indicam que possa ser de proveniência francesa, possivelmente a partir de uma oficina francesa, tal como é proposto pelos historiadores de arte da equipa. Além disso, em concordância com uma publicação anterior sobre verdes do século XV-XVI, observou-se a utilização de um verde tipo sulfato de cobre básico, o qual foi usado tanto para criar verdes escuros como claros. Ouro e prata também foram profusamente aplicados; a folha de ouro apresenta erosão devido à sua espessura micrométrica e os fundos de prata exibem uma degradação extensiva e escurecimento.&#xD;
A análise molecular foi realizada por μ-EDXRF, μ-Raman, μ-FTIR, e FORS. Juntamente com a caracterização espectroscópica, as tintas foram também analisadas por microscopia óptica, permitindo-nos compreender como a cor final é construída (camadas, misturas) assim como os fenómenos de degradação, como o observado nos fundos de prata.&#xD;
Finalmente, foi realizada uma pesquisa completa sobre o estado de conservação de um dos códices mais deteriorados e planeado um método de conservação e restauro com base no princípio de intervenção mínima. As diferentes opções de tratamento, discutidas pela equipa e com o proprietário, serão apresentas, bem como a decisão final. Um dos objectivos do processo de conservação era recuperar o equilíbrio que o manuscrito havia perdido ao longo dos séculos, tendo em mente a necessidade de preservar a evidência histórica e toda a sua autenticidade.
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em&#xD;
Conservação e Restauro. Especialização em documentos gráficos</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Le vert et le rouge: a study on the materials, techniques and meaning of the green and red colours in medieval portuguese illuminations</title>
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    <author>
      <name>Miguel, Catarina Amélia Pereira</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/9304</id>
    <updated>2013-04-12T10:55:30Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Le vert et le rouge: a study on the materials, techniques and meaning of the green and red colours in medieval portuguese illuminations
Authors: Miguel, Catarina Amélia Pereira
Description: Dissertação para obtenção do Grau de Doutor em Conservação e Restauro</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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