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  <updated>2013-05-21T19:01:18Z</updated>
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    <title>UMA ABORDAGEM YEAST TWO-HYBRID PARA O ESTUDO DA REPLICAÇÃO E PATOGÉNESE DO VÍRUS DA HEPATITE DELTA</title>
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      <name>Casaca, Ana Leonor</name>
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    <updated>2011-08-26T10:04:50Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: UMA ABORDAGEM YEAST TWO-HYBRID PARA O ESTUDO DA REPLICAÇÃO E PATOGÉNESE DO VÍRUS DA HEPATITE DELTA
Authors: Casaca, Ana Leonor
Abstract: O vírus da hepatite delta (HDV) é o agente etiológico de uma das formas mais graves de hepatite viral e é ainda endémico em diversas regiões do globo, nomeadamente em África, na Amazónia e no Extremo Oriente. O HDV co-infecta ou super-infecta hepatócitos infectados com o vírus da hepatite B (HBV) aumentando em cerca de 10 vezes o risco de cirrose e hepatite fulminante. A associação clínica entre os dois vírus deve-se ao facto do invólucro do HDV ser constituído pelos antigénios de superfície do HBV (HBsAgs) que são necessários para a propagação da infecção.&#xD;
O genoma do HDV é constituído por uma molécula de RNA de cadeia simples, circular, com cerca de 1.7 Kb, que possui cerca de 70% de emparelhamento interno. Foi identificada uma única grelha de leitura aberta (ORF) no RNA viral que codifica para o antigénio delta (HDAg). A ocorrência de um mecanismo de editing do RNA, resulta na expressão de duas formas do HDAg, a pequena (S-HDAg) e a grande (L-HDAg).&#xD;
Várias funções essenciais para a replicação do HDV têm sido atribuídas a ambas as formas do HDAg, sendo a S-HDAg essencial para a acumulação de RNA viral e a L-HDAg responsável pela interacção com os HBsAgs para formar partículas virais. No entanto, dada a simplicidade dos seus componentes, admite-se que a replicação viral depende das interacções estabelecidas entre os HDAgs e factores celulares do hospedeiro. Apesar do número considerável de factores celulares descritos como interactores dos HDAgs ou RNA virais, a importância de muitas destas interacções não foi elucidada e muitas etapas do ciclo de replicação do HDV permanecem pouco claras. Para além disso, dado o número limitado de factores do hospedeiro que estão envolvidos na sua replicação, é muito provável que um número elevado de interactores do HDV permaneça por identificar.&#xD;
Este trabalho teve como objectivo a identificação de proteínas de fígado humano capazes de interagir com os HDAgs, utilizando o sistema yeast Two-Hybrid (YTH). Identificaram-se trinta proteínas com capacidade de interagir com a S-HDAg no sistema YTH, sendo que estas proteínas se encontram envolvidas em diferentes processos celulares. Com base nas características funcionais, foram seleccionadas três destas proteínas e as suas interacções com a S-HDAg foram investigadas com maior detalhe. As três proteínas seleccionadas foram a ribonucleoproteína nuclear heterogénea C (hnRNPC), a embryonic lethal abnormal vision like1 (ELAVL1/HuR) e a proteína 2 de ligação a EBNA1 (EBP2). As duas primeiras são proteínas de ligação a RNA, previamente descritas como envolvidas em processos de replicações de outros vírus com genoma RNA, enquanto a EBP2, é uma proteína de localização preferencialmente nucleolar, tal como por vezes acontece com os HDAgs.&#xD;
As interacções foram analisadas recorrendo a vários ensaios bioquímicos. No caso da hnRNPC e da HuR, após validação no sistema YTH, a capacidade de interacção com a S-HDAg foi confirmada quer in vitro por blot overlay quer in vivo por co-imunoprecipitação em células de hepatoma humano. Nas mesmas células, observou-se uma co-localização considerável entre os HDAgs e os RNAs virais. Finalmente, de modo a investigar a contribuição das proteínas hnRNPC e HuR na replicação do HDV, procedeu-se ao silenciamento destas proteínas pela utilização de short hairpin RNAs (shRNAs) específicos para os mRNAs correspondentes Observou-se que o silenciamento de ambas as proteínas hnRNPC e HuR endógenas, individualmente resultou numa diminuição acentuada nos níveis de expressão dos HDAgs.&#xD;
No que respeita à EBP2, a interacção com a S-HDAg foi confirmada em condições in vitro com recurso a ensaios de blot overlay e de cromatografia de afinidade. A análise por imunofluorescência indirecta e microscopia confocal revelou co-localização elevada entre os HDAgs e a EBP2, principalmente nos nucléolos de células de hepatoma humano.&#xD;
Finalmente, foi ainda utilizado o sistema YTH para estudar os mecanismos de importação dos HDAgs. Assim, este sistema foi utilizado com o propósito de identificar proteínas celulares capazes de interagir com um domínio específico dos HDAgs, o sinal de localização nuclear (NLS). Na pesquisa YTH realizada obtiveram-se 161 clones positivos, sendo que um deles mostrou codificar para a carioferina α4 (KPNA4). A interacção da KPNA4 com a S-HDAg foi reproduzida em condições in vitro através de um ensaio de cromatografia de afinidade tendo sido utilizadas formas recombinantes das duas proteínas.&#xD;
Este trabalho permitiu identificar várias proteínas celulares que interagem com a S-HDAg. Obtiveram-se evidências sugestivas de que algumas das proteínas identificadas podem desempenhar funções importantes no ciclo de replicação do HDV e que abrem novas perspectivas para o estudo do ciclo de replicação do vírus.</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>The role of the efflux mechanisms in multidrug resistance in Mycobacterium tuberculosis</title>
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    <author>
      <name>Rodrigues, Liliana</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/10362/4813</id>
    <updated>2011-04-11T13:38:05Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: The role of the efflux mechanisms in multidrug resistance in Mycobacterium tuberculosis
Authors: Rodrigues, Liliana
Abstract: Abstract&#xD;
The emergence of multi and extensively drug resistant tuberculosis (MDRTB and&#xD;
XDRTB) has increased the concern of public health authorities around the world. The&#xD;
World Health Organization has defined MDRTB as tuberculosis (TB) caused by&#xD;
organisms resistant to at least isoniazid and rifampicin, the main first-line drugs used in&#xD;
TB therapy, whereas XDRTB refers to TB resistant not only to isoniazid and rifampicin,&#xD;
but also to a fluoroquinolone and to at least one of the three injectable second-line&#xD;
drugs, kanamycin, amikacin and capreomycin. Resistance in Mycobacterium&#xD;
tuberculosis is mainly due to the occurrence of spontaneous mutations and followed by&#xD;
selection of mutants by subsequent treatment. However, some resistant clinical&#xD;
isolates do not present mutations in any genes associated with resistance to a given&#xD;
antibiotic, which suggests that other mechanism(s) are involved in the development of&#xD;
drug resistance, namely the presence of efflux pump systems that extrude the drug to&#xD;
the exterior of the cell, preventing access to its target. Increased efflux activity can&#xD;
occur in response to prolonged exposure to subinhibitory concentrations of anti-TB&#xD;
drugs, a situation that may result from inadequate TB therapy. The inhibition of efflux&#xD;
activity with a non-antibiotic inhibitor may restore activity of an antibiotic subject to&#xD;
efflux and thus provide a way to enhance the activity of current anti-TB drugs.&#xD;
The work described in this thesis foccus on the study of efflux mechanisms in the&#xD;
development of multidrug resistance in M. tuberculosis and how phenotypic resistance,&#xD;
mediated by efflux pumps, correlates with genetic resistance. In order to accomplish&#xD;
this goal, several experimental protocols were developed using biological models such&#xD;
as Escherichia coli, the fast growing mycobacteria Mycobacterium smegmatis, and&#xD;
Mycobacterium avium, before their application to M. tuberculosis. This approach&#xD;
allowed the study of the mechanisms that result in the physiological adaptation of E.&#xD;
coli to subinhibitory concentrations of tetracycline (Chapter II), the development of a&#xD;
fluorometric method that allows the detection and quantification of efflux of ethidium&#xD;
bromide (Chapter III), the characterization of the ethidium bromide transport in M.&#xD;
smegmatis (Chapter IV) and the contribution of efflux activity to macrolide resistance in&#xD;
Mycobacterium avium complex (Chapter V). Finally, the methods developed allowed&#xD;
the study of the role of efflux pumps in M. tuberculosis strains induced to isoniazid&#xD;
resistance (Chapter VI).&#xD;
By this manner, in Chapter II it was possible to observe that the physiological&#xD;
adaptation of E. coli to tetracycline results from an interplay between events at the&#xD;
genetic level and protein folding that decrease permeability of the cell envelope and&#xD;
increase efflux pump activity. Furthermore, Chapter III describes the development of a&#xD;
semi-automated fluorometric method that allowed the correlation of this efflux activity&#xD;
with the transport kinetics of ethidium bromide (a known efflux pump substrate) in E.&#xD;
coli and the identification of efflux inhibitors.&#xD;
Concerning M. smegmatis, we have compared the wild-type M. smegmatis mc2155&#xD;
with knockout mutants for LfrA and MspA for their ability to transport ethidium bromide.&#xD;
The results presented in Chapter IV showed that MspA, the major porin in M.&#xD;
smegmatis, plays an important role in the entrance of ethidium bromide and antibiotics&#xD;
into the cell and that efflux via the LfrA pump is involved in low-level resistance to these&#xD;
compounds in M. smegmatis.&#xD;
Chapter V describes the study of the contribution of efflux pumps to macrolide&#xD;
resistance in clinical M. avium complex isolates. It was demonstrated that resistance to&#xD;
clarithromycin was significantly reduced in the presence of efflux inhibitors such as&#xD;
thioridazine, chlorpromazine and verapamil. These same inhibitors decreased efflux of&#xD;
ethidium bromide and increased the retention of [14C]-erythromycin in these isolates.&#xD;
Finaly, the methods developed with the experimental models mentioned above allowed&#xD;
the study of the role of efflux pumps on M. tuberculosis strains induced to isoniazid&#xD;
resistance. This is described in Chapter VI of this Thesis, where it is demonstrated that&#xD;
induced resistance to isoniazid does not involve mutations in any of the genes known&#xD;
to be associated with isoniazid resistance, but an efflux system that is sensitive to&#xD;
efflux inhibitors. These inhibitors decreased the efflux of ethidium bromide and also&#xD;
reduced the minimum inhibitory concentration of isoniazid in these strains. Moreover,&#xD;
expression analysis showed overexpression of genes that code for efflux pumps in the&#xD;
induced strains relatively to the non-induced parental strains.&#xD;
In conclusion, the work described in this thesis demonstrates that efflux pumps play an&#xD;
important role in the development of drug resistance, namely in mycobacteria. A&#xD;
strategy to overcome efflux-mediated resistance may consist on the use of compounds&#xD;
that inhibit efflux activity, restoring the activity of antimicrobials that are efflux pump&#xD;
substrates, a useful approach particularly in TB where the most effective treatment&#xD;
regimens are becoming uneffective due to the increase of MDRTB/XDRTB.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ASPECTOS DA CARACTERIZAÇÃO ANTIGÉNICA E MOLECULAR DA LEPTOSPIROSE EM ÁREAS ENDÉMICAS</title>
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    <author>
      <name>Vieira, Maria Luísa</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/4812</id>
    <updated>2011-03-09T16:43:04Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: ASPECTOS DA CARACTERIZAÇÃO ANTIGÉNICA E MOLECULAR DA LEPTOSPIROSE EM ÁREAS ENDÉMICAS
Authors: Vieira, Maria Luísa
Abstract: RESUMO&#xD;
&#xD;
A Leptospirose é uma zoonose re-emergente causada por espiroquetídeos patogénicos do género Leptospira. Em Portugal, é reconhecida, desde 1931, como uma importante doença infecciosa humana, cuja notificação é obrigatória desde 1986 para todos os serovares. Porém, devido ao acentuado polimorfismo clínico e à dificuldade de um diagnóstico laboratorial especializado, esta patologia nem sempre é confirmada. Com efeito, o isolamento do agente é difícil e o método convencional de diagnóstico, baseado no teste serológico de referência TAM (Teste de Aglutinação Microscópica), não é muito sensível na primeira semana da doença. Assim, foram três os principais objectivos desta dissertação: actualizar o padrão epidemiológico da Leptospirose, após uma extensa revisão bibliográfica da doença (Capítulos 1 e 2); esclarecer os aspectos imunológicos relacionados com os marcadores antigénicos que mais influenciam a regulação da resposta humoral na infecção humana, em particular, em área endémica (Capítulo 3); e, por último, promover a identificação molecular de alguns isolados de Leptospira, avaliar o respectivo poder patogénico no modelo murino e contribuir para o diagnóstico precoce da doença humana (Capítulo 4). &#xD;
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O primeiro dos temas investigados, com base no estudo retrospectivo de uma larga série de 4.618 doentes sintomáticos analisados representa uma caracterização única da epidemiologia da Leptospirose, em particular, na Região Centro do País, e nas ilhas de São Miguel e Terceira (Açores), nos últimos 18 e 12 anos, respectivamente. Foram confirmados 1.024 (22%) casos, com uma distribuição média de 57 casos/ano, sendo a maior frequência no sexo masculino (67%). As áreas analisadas corresponderam à maioria das notificações em Portugal, com uma taxa de incidência média anual nas ilhas muito superior à registada no continente (11,1 vs 1,7/100.000 habitantes, respectivamente). Os adultos em idade activa (25-54 anos) foram os mais afectados, nos meses de Dezembro e Janeiro. A doença foi causada por serovares de nove serogrupos presuntivos de Leptospira interrogans sensu lato, com predomínio de Icterohaemorrhagiae, Pomona e Ballum, em cerca de 66% dos casos. A seropositividade da Leptospirose esteve associada às formas anictérica e ictérica da doença, sendo evidente uma elevada sub-notificação ( 20 casos/ano). Foram detectados e analisados os diversos factores de risco, verificando-se um risco elevado de transmissão em áreas geográficas onde a circulação dos agentes zoonóticos se processa em ciclos silváticos e/ou domésticos bem estabelecidos. Este estudo confirma que a incidência da Leptospirose em Portugal tem aumentado nos últimos anos, particularmente, nos &#xD;
 &#xD;
Açores, onde a seropositividade elevada e a ocorrência de casos fatais confirmam esta patologia como um problema emergente de Saúde Pública.&#xD;
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No âmbito do Capítulo 3, investigaram-se os aspectos imunológicos da Leptospirose humana na &#xD;
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Aspectos da caracterização antigénica e molecular da Leptospirose em áreas endémicas &#xD;
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Região Centro e nas ilhas de São Miguel e Terceira, caracterizando as proteínas e os lipopolissacáridos (LPS) envolvidos durante as fases aguda (estádio único) e tardia da doença (três estádios), através do &#xD;
follow-up serológico de 240 doentes com confirmação clínica e laboratorial de Leptospirose. Foram &#xD;
incluídos no estudo 463 soros, 320 (69%) dos quais, obtidos durante a fase de convalescença (até 6 anos após o início dos sintomas). Soros de dadores de sangue (n=200) e de doentes com outras patologias infecciosas (n=60) foram usados como controlos. As amostras foram testadas pela técnica de Western Blot com lisados de oito estirpes patogénicas pertencentes aos serogrupos mais prevalentes. O reconhecimento dos antigénios leptospíricos, nos quatro estádios evolutivos, resultou da detecção de reactividade específica anti-IgM e anti IgG, nos diferentes immunoblots. Detectaram-se cinco proteínas major (45, 35, 32, 25 e 22 kDa) comuns a todos os serovares. Os soros estudados com as estirpes dos serogrupos homólogos, previamente identificados pela TAM, reagiram contra as proteínas de 45, 32 e 22 kDa, conhecidas como LipL45, LipL32 e LpL21, respectivamente, sendo estes, os antigénios imunodominantes durante o período estudado, nas duas regiões geográficas. Os doentes açorianos mostraram, ainda, uma reactividade elevada contra os LPS, cujo significado é discutido face aos resultados negativos dos soros controlo para os marcadores referidos. Esta investigação indica, pela primeira vez, uma forte persistência da resposta humoral e o importante papel protector da LipL45, Lip32 e LipL21, anos após o início dos sintomas.&#xD;
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Por último, procedeu-se à identificação de estirpes Portuguesas, isoladas de murinos e de um caso humano fatal (L. inadai), numa perspectiva polifásica de intervenção. Utilizaram-se três testes fenotípicos (testes de crescimento sob diferentes temperaturas e na presença de 8-azaguanina, a par de um teste de alteração morfológica induzida pela adição de NaCl 1M). Paralelamente, efectuaram-se ensaios de amplificação do gene rrs (16S ARNr) de Leptospira spp por PCR (Polymerase Chain Reaction), utilizando um par de primers “universais” (331 pb) e um segundo par, que apenas amplifica o gene secY (285 pb) de estirpes patogénicas, para definição da identidade dos isolados em estudo. Da integração dos resultados obtidos, confirmou-se que estes ocupam uma posição taxonómica “intermédia” entre as leptospiras saprófitas e as patogénicas. Desenvolveu-se, ainda, uma investigação (complementar) “in vivo” do carácter taxonómico “intermédio” do referido isolado humano, por cultura e amplificação do respectivo ADN de tecidos de hamsters inoculados para o efeito. Esta metodologia molecular foi posteriormente utilizada, com sucesso, no diagnóstico precoce de doentes com Leptospirose, sendo uma mais-valia na confirmação laboratorial de infecção por Leptospira, na ausência de anticorpos específicos na fase inicial da doença.</summary>
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