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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <updated>2013-05-26T08:25:58Z</updated>
  <dc:date>2013-05-26T08:25:58Z</dc:date>
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    <title>A memória colectiva religiosa em danças dramática de Penafiel, Sobrado e Braga</title>
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      <name>Alge, Barbara</name>
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    <updated>2012-11-14T11:57:27Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A memória colectiva religiosa em danças dramática de Penafiel, Sobrado e Braga
Authors: Alge, Barbara
Abstract: Em 2002, comecei a gravar música popular portuguesa no terreno, para,&#xD;
em seguida, estudar mais profundamente as danças de paus, de espadas e as&#xD;
danças mouriscas portuguesas a Norte do rio Douro. • Actualmente, concentro-&#xD;
me no Baile dos Ferreiros da procissão do Corpo de Deus, de Penafiel, a&#xD;
Dança dos Mourisqueiros e dos Bugios da festa de S. João Baptista, de&#xD;
Sobrado e a Dança do Rei David da festa de S. João de Braga. Os dois complexos&#xD;
festivos em que estas danças se inserem são, portanto, o Corpo de&#xD;
Deus e o S. João - festas religiosas com grande importância em Portugal. Os&#xD;
critérios para a selecção destes complexos festivos são as danças dramáticas&#xD;
que neles se encontram e, sobretudo, encontraram.&#xD;
Em primeiro lugar, analiso até que ponto se trata, nestas danças dramáticas,&#xD;
de "danças mouriscas", um gênero de dança pan-europeu, e vejo, além&#xD;
disso, até que ponto se encontra nelas uma representação do "mouro". O&#xD;
termo "mouro" é, no meu estudo, categórico para "o infiel, o marginalizado&#xD;
e/ou o louco", e o termo "dança mourisca", utilizo como categoria de manifestações&#xD;
teatrais, coreográficas e festivas em que os mouros são representados.&#xD;
Estas categorias servem-me aqui para uma reflexão sobre a memória&#xD;
colectiva em complexos festivos, principalmente a memória colectiva rehgiosa&#xD;
que une em si diferentes memórias. Mostro também a manipulação da&#xD;
memória e a invenção da tradição, assim como factores de resistência da&#xD;
memória. Além disso, explico, principalmente em teoria, o efeito ou poder&#xD;
dos ritos comemorativos, aos quais pertencem as representações dramáticas&#xD;
estudadas. Não me concentro apenas na representação do "mouro" nas danças,&#xD;
mas discuto também o quadro religioso em que estas representações se&#xD;
manifestam, em primeiro lugar, a procissão do Corpo de Deus.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>"I was a maoist intelectual". Uma leitura crítica em torno dos conceitos "industria cultural" e "popular music" segundo adorno</title>
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      <name>Félix, Pedro</name>
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    <updated>2012-11-14T11:45:54Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: "I was a maoist intelectual". Uma leitura crítica em torno dos conceitos "industria cultural" e "popular music" segundo adorno
Authors: Félix, Pedro
Abstract: Reflectir sobre noções como liberdade individual, democracia, o papel&#xD;
dos meios de comunicação e dos produtos culturais, é uma das principais&#xD;
tarefas das ciências sociais e humanas, reflexão particularmente pertinente nestes primeiros anos do séc. XXI marcados pela popularização de dispositivos&#xD;
tecnológicos destinados à circulação de informação em rede e pela virtualização&#xD;
de mecanismos de distribuição de bens de consumo cultural.&#xD;
Adomo constitui hoje uma das fontes mais importantes surgidas nos últimos&#xD;
50 anos para esta reflexão. Marcado pelo advento do Nacional Socialismo e&#xD;
a perseguição de todos os "degenerados da condição ariana" (judeus, comunistas&#xD;
e homossexuais), Adomo produziu ao longo de quatro décadas, uma&#xD;
reflexão que marcou indelevelmente muitos autores que, escrevendo sobre a&#xD;
contemporaneidade, a adoptaram ou a ela se opuseram. A pergunta que coloco,&#xD;
e que serve de ponto de partida para este artigo, é proposta por Jameson:&#xD;
é hoje possível ler Adomo e Horkheimer junto à piscina? (1990: 248), ou&#xD;
posto de outra forma, que lugar ocupa a obra de Adomo como ferramenta&#xD;
para perspectivar o mundo actual.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Nem cila nem caribdis. Tópicos de reflexão social sobre a leitura</title>
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      <name>Medeiros, Nuno Ribeiro de</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/8127</id>
    <updated>2012-11-14T11:29:08Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Nem cila nem caribdis. Tópicos de reflexão social sobre a leitura
Authors: Medeiros, Nuno Ribeiro de
Abstract: Assumindo-se que "não há uma leitura mas inúmeras espécies de leituras"&#xD;
(Escarpit e Barker, 1973: 113), o sentido em que o vocábulo "leitura" é&#xD;
desenvolvido no presente texto é o do seu exercício enquanto acto a que estão&#xD;
associadas diferentes variáveis do foro social. Mais do que um comportamento&#xD;
expresso pela idéia de hábito ou do que uma acção de descodificação cognitiva&#xD;
de símbolos ou referenciais, o acto de ler é aqui entendido como uma prática -&#xD;
traduzida num conjunto de modalidades de apropriação do discurso impresso&#xD;
em papel ou fixado noutros suportes (Chartier, 1988, 1995, 1997; Furtado,&#xD;
2000) e tomado público - portadora de usos e formas para indivíduos e gmpos.&#xD;
Reconhecendo-se a dimensão discursiva como essencial na fecunda polissemia&#xD;
do conceito, as próximas linhas não se ocuparão, todavia, da leitura&#xD;
enquanto discurso, elemento ordenador da realidade e valor de troca no&#xD;
comércio das idéias nos universos comunicacionais e representacionais.&#xD;
Idéia que trilhou um caminho de integração na agenda das ciências&#xD;
sociais, a leitura sedimentou uma posição cardinal nos esforços diligenciados&#xD;
nos domínios de pesquisa e reflexão de áreas como a Sócio-Semiótica, os&#xD;
Estudos Culturais, a História Cultural, a Sociologia das Práticas Culturais, a&#xD;
Antropologia da Literatura, a História do Livro ou a Sociologia da Leitura.&#xD;
Ponto de intersecção destes campos, o tema da leitura foi-se construindo&#xD;
como um conceito central nas respectivas propostas de exame e experimentação&#xD;
intelectual tanto como um pretexto legitimador das aspirações de credenciação&#xD;
institucional dessas mesmas propostas.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Quando o presente é o passado e o presente: dois velhos lembram o passado no contexto de um lar</title>
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      <name>Matos, Patrícia</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/8126</id>
    <updated>2012-11-14T11:22:22Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Quando o presente é o passado e o presente: dois velhos lembram o passado no contexto de um lar
Authors: Matos, Patrícia
Abstract: O texto aqui apresentado é produto de uma pesquisa' onde procurámos&#xD;
analisar por um lado, a experiência da velhice no contexto de um Lar, e, por&#xD;
outro, perceber como através da memória os residentes do Lar reconstroem a sua identidade, tendo em conta as particularidades do seu trajecto biográfico&#xD;
e as condicionantes da situação presente.&#xD;
Julganios que o conceito de experiência, cujo uso tem sido defendido na&#xD;
antropologia contemporânea (Turner e Bruner: 1986; Hastrup: 1995; Kleinman:&#xD;
1996; Kleinman e Kleinman:1997; Willis: 2000; Throop: 2003), possa&#xD;
ser uma ferramenta importante na verificação compreensiva da articulação&#xD;
entre memória e identidade. O conceito de experiência a que nos reportamos&#xD;
está em sintonia com a definição proposta por Arthur Kleinman (1996) para&#xD;
uma 'etnografia da experiência'. Segundo este autor, a experiência não é um&#xD;
fenômeno subjectivo, antes um meio interpessoal de vivenciar as dinâmicas&#xD;
sociais e culturais, constitutivas dos processos e práticas experienciados no&#xD;
quotidiano (Kleinman, 1996: 97).&#xD;
Kleinman (1996) também refere que a prática etnográfica permite apenas&#xD;
aceder ao fluxo da experiência social em contextos limitados de espaço e&#xD;
de tempo, em determinados 'mundos morais locais', a que chama os 'microcontextos&#xD;
da experiência'. É o caso do contexto que foi analisado, o Lar.&#xD;
Aqui, a vida quotidiana é gerida segundo a trajectória de cada sujeito no&#xD;
espaço social e as especificidades culturais e históricas exercidas sobre esse&#xD;
mesmo 'microcontexto da experiência'</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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