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  <title>DSpace Collection:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/10362/3763</id>
  <updated>2013-06-18T23:11:12Z</updated>
  <dc:date>2013-06-18T23:11:12Z</dc:date>
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    <title>Para uma teoria da experiência</title>
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      <name>Rodrigues, Adriano Duarte</name>
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    <updated>2012-11-19T14:36:25Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Para uma teoria da experiência
Authors: Rodrigues, Adriano Duarte
Abstract: Tal como Santo Agostinho acerca do tempo, também podemos dizer da&#xD;
experiência: «se ninguém mo pergunta, sei o que é; mas se quero explicá-lo&#xD;
a quem mo pergunta, não sei.»^ Uma das razões da dificuldade para definir a&#xD;
experiência tem a ver com o facto de tanto o tempo como a experiência&#xD;
serem construções da faculdade de rememoração, de fazerem parte das condições&#xD;
da linguagem e da conseqüente possibilidade de qualquer definição.&#xD;
É provavelmente por isso que habitualmente falamos da experiência&#xD;
através das metáforas sugestivas da moldura ou do quadro^, da fronteira ou&#xD;
do horizonte.^ Estas metáforas têm em comum a referência a uma linha&#xD;
delimitadora de um território'*, dentro do qual reconhecemos os fenômenos e,&#xD;
nesta medida, identificamos e damos sentido aos objectos da nossa faculdade&#xD;
de apreensão.</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A religião mesopotâmica: entre o relativo e o absoluto</title>
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      <name>Caramelo, Francisco</name>
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    <updated>2012-11-19T14:33:26Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A religião mesopotâmica: entre o relativo e o absoluto
Authors: Caramelo, Francisco
Abstract: A religião mesopotâmica é certamente uma designação demasiado&#xD;
genérica para traduzir o caracter heterogêneo das suas práticas, das crenças e&#xD;
das concepções teológicas que a definem. Não devemos desprezar a amplitude&#xD;
geográfica e cronológica que suporta a realidade cultural mesopotâmica.&#xD;
Mau grado as convergências e similitudes que podemos observar, as&#xD;
generalizações devem ser evitadas. Na verdade, a religião suméria tem&#xD;
características distintas da religião dos semitas; a evolução da religião&#xD;
mesopotâmica na diacronia deve ser considerada; a sensibilidade religiosa&#xD;
dos assírios é diferente da dos babilônios. É prudente, por conseguinte, evitar&#xD;
pensar a religião mesopotâmica como se constituísse uma realidade uniforme&#xD;
e inalterável ao longo de aproximadamente três milênios. A religião mesopotâmica&#xD;
reflecte, pois, a dinâmica das crenças e das práticas rituais, bem como&#xD;
as diferentes sensibilidades que a caracterizam.&#xD;
A religião mesopotâmica não tem cânone e não apresenta uma teologia&#xD;
sustentada por dogmas. Trata-se, pelo contrário, de uma teologia difusa, que&#xD;
se manifesta em expressões locais e que se traduz num sincretismo religioso&#xD;
que a toma uma religião inclusiva e não exclusiva. A ausência de um cânone&#xD;
dificulta a compreensão sistemática da sua teologia. Encontramo-la difusa na&#xD;
literatura, sobretudo de cariz religioso, como a hinologia. Os hinos e as orações,&#xD;
produzidos num ambiente literário, muitos deles encomendados ou&#xD;
dedicados ao rei, expressam essa teologia e a profunda religiosidade do&#xD;
homem mesopotâmico.</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise de Maria Parda como personificação da Quaresma</title>
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    <author>
      <name>Palla, Maria José</name>
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    <updated>2012-11-16T11:43:05Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Análise de Maria Parda como personificação da Quaresma
Authors: Palla, Maria José
Abstract: Na continuação dos nossos trabalhos sobre o calendário litúrgico e&#xD;
folclórico na obra vicentina, resolvemos estudar uma peça de Gil Vicente e&#xD;
dar-lhe uma outra interpretação ^ Trata-se do Pranto de Maria Parda, datado&#xD;
intra-textualmente de 1522, «vou morrer de sequia/na era de vinte e dous»&#xD;
(citando a protagonista no momento «em que Gil Vicente já não faz autos ao&#xD;
rei» D. Manuel, falecido em Dezembro de 15212. Este dramaturgo escreveu&#xD;
versos pela ocasião da morte deste rei discorrendo sobre a efemeridade da&#xD;
vida, e seria importante fazer um trabalho sobre estes dois textos, um sobre a&#xD;
perda de um rei que não se chama «pranto» e um outro sobre o Camaval,&#xD;
que assim se chama.&#xD;
Depois do estudo da Farsa dos Físicos, onde analisámos o combate&#xD;
entre comida gorda e comida magra, ou a luta entre Camaval e Quaresma,&#xD;
temos prestado mais atenção às datas de representação das peças (dentro do&#xD;
texto e através de vários índices), muitas delas encomendadas para comemorar&#xD;
cerimônias precisas de rituais anuais. A alimentação e a bebida abrem-&#xD;
-nos caminhos muito vastos para o estudo da calendarização e da simbólica&#xD;
do teatro deste período e pensamos que haverá relações mais estreitas entre&#xD;
as várias peças, como talvez entre este pranto e a Farsa dos Físicos.</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Fabrica e ratiocinato no de Architectura de Vitrúvio e sua interacção com a História da Ciência na Antiguidade</title>
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    <author>
      <name>Maciel, Manuel Justino</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/8152</id>
    <updated>2013-04-15T15:34:25Z</updated>
    <published>2007-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Fabrica e ratiocinato no de Architectura de Vitrúvio e sua interacção com a História da Ciência na Antiguidade
Authors: Maciel, Manuel Justino
Abstract: A longínqua Antigüidade não se encontra distante hoje apenas pelo&#xD;
rodar dos séculos. Vêmo-la, talvez, e cada vez mais, desfasada do nosso tempo&#xD;
pelo alheamento a que progressivamente fica votada pelo desconhecimento&#xD;
das línguas e dos saberes clássicos. Gera-se um círculo vicioso que agrava&#xD;
continuamente a ignorância das nossas origens culturais: se não se estudam&#xD;
as línguas grega e latina, também não haverá quem as ensine e, se elas não&#xD;
são conhecidas, não poderá haver investigação profunda sobre a cultura&#xD;
clássica e sobre a História da Ciência na Antigüidade.&#xD;
Daí que, cada vez mais, nos espante o alto grau de conhecimentos que&#xD;
se afingiu na época greco-romana, não apenas num ou noutro aspecto gnoseolôgico&#xD;
mas, em geral, em todos os domínios da ciência, no sentido&#xD;
tradicional de especialização nos vários saberes e, como é próprio da&#xD;
evolução das coisas, numa propedêutica que marcou toda a civilização dita&#xD;
ocidental até à era do positivismo e, ultrapassado este, até à noção actual de&#xD;
conhecimento científico.&#xD;
Vitrúvio, no seu tratado De Architectura, consubstancia-se como uma&#xD;
das fontes mais importantes para a nossa abordagem da epistemologia do&#xD;
conhecimento científico na Anfiguidade. Esta obra em dez livros, escrita nos&#xD;
finais do terceiro quartel do séc. I a. C. por um engenheiro militar de Júlio&#xD;
César, divide-se em três partes; Edificação, Gnomônica e Mecânica. Só a&#xD;
primeira diz respeito directamente à arquitectura, sendo a mais desenvolvida&#xD;
ao longo de oito livros.</summary>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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