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    <title>Lisboa de 1731 a 1833: da desordem à  ordem no espaço  urbano</title>
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      <name>Carreira, Adélia Maria Caldas</name>
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    <updated>2013-05-07T09:22:56Z</updated>
    <published>2012-07-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Lisboa de 1731 a 1833: da desordem à  ordem no espaço  urbano
Authors: Carreira, Adélia Maria Caldas
Abstract: Lisboa foi, no decurso do século XVIII e até às primeiras décadas do século&#xD;
XIX, uma das principais cidades portuárias do Atlântico, a capital de um vasto império&#xD;
colonial e uma das cidades mais populosas da Europa, com uma população estimada,&#xD;
nas vésperas do Sismo de 1755, entre os 200 000 e os 250 000 habitantes.&#xD;
A situação geopolítica da cidade, embora lhe garantisse importantes benefícios&#xD;
de ordem económico-cultural, também lhe trazia graves inconvenientes no que&#xD;
concernia à saúde pública, uma vez que a expunha a todo o tipo de doenças epidémicas&#xD;
trazidas pelos mareantes, pelos estrangeiros e pelos migrantes.&#xD;
A multiplicação dos surtos epidémicos na capital portuguesa associou-se por um&#xD;
lado às características da sua malha urbana de matriz medieval – com ruas estreitas,&#xD;
tortuosas e pouco ventiladas - e, por outro lado, com a insuficiência dos meios sanitários&#xD;
e os limitados conhecimentos médicos e os ineficazes e absurdos métodos terapêuticos&#xD;
em uso na época.&#xD;
Dadas as dificuldades de tratar as doenças, os médicos pré-modernos e&#xD;
modernos de Setecentos apostaram sobretudo na prevenção e, por isso, difundiram-se&#xD;
por toda a Europa os textos e tratados higienistas, dois dos quais - a Anchora Medicinal&#xD;
para preservar a vida com saúde (1731) e o Tratado da conservação da Saúde dos&#xD;
Povos (1756) – se deveram aos médicos portugueses Fonseca Henriques e Ribeiro&#xD;
Sanches, respectivamente.&#xD;
O discurso higienista – que defendia, acima de tudo, a purificação do ar, factor&#xD;
primordial na preservação da saúde – foi assimilado pelas elites urbanas e repercutiu-se&#xD;
nas medidas implementadas pelos monarcas esclarecidos os quais, embora interessados&#xD;
no embelezamento das suas capitais segundo os sucessivos “figurinos estilísticos” - do&#xD;
Barroco ao Rococó e ao Neoclássico -, se preocuparam em salvaguardar a saúde dos&#xD;
seus súbditos.&#xD;
Para melhorar o saneamento urbano e preservar a qualidade do ar na cidade de&#xD;
Lisboa, D. João V determinou um novo sistema de limpeza urbana, a cobertura de&#xD;
esgotos, a regularização e alargamento das ruas e a construção do Aqueduto das Águas&#xD;
Livres mas, muitas destas intervenções foram interrompidas ou mesmo anuladas pelo&#xD;
Sismo de 1755.&#xD;
O programa de reconstrução da cidade, elaborado sob o prisma das Luzes e sob a&#xD;
influência das ideias higienistas, dotou a cidade não só de uma nova malha urbana -&#xD;
com amplas praças e ruas rectilíneas, largas e calcetadas -, mas também de infraestruturas&#xD;
e equipamentos sanitários – rede de esgotos e chafarizes – e de um novo&#xD;
hospital público.&#xD;
A cidade em reconstrução – renovação (de 1758 a meados do século XIX), no&#xD;
entanto, apresentava-se muito desordenada e para resolver os problemas da insegurança&#xD;
pública, o poder central criou, em 1760, a Intendência Geral da Polícia. No reinado de&#xD;
D. Maria I, essa instituição policial foi dotada de novas competências o que lhe permitiu&#xD;
actuar com mais eficácia não só no combate à criminalidade, mas também na melhoria&#xD;
do saneamento urbano e na implementação de medidas indispensáveis à salvaguarda da&#xD;
saúde pública, dentre as quais, o combate aos charlatães, a qualificação dos agentes da&#xD;
saúde e a criação dos primeiros cemitérios públicos.
Description: Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à&#xD;
obtenção do grau de Doutor em História da Arte</summary>
    <dc:date>2012-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Eduardo Malta, director do Museu Nacional de Arte Contemporânea</title>
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      <name>Duro, Ana Rita Rodrigues</name>
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    <updated>2013-05-02T09:54:17Z</updated>
    <published>2012-10-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Eduardo Malta, director do Museu Nacional de Arte Contemporânea
Authors: Duro, Ana Rita Rodrigues
Abstract: Esta dissertação pretende analisar a acção do pintor Eduardo Malta como&#xD;
director do Museu de Arte Contemporânea (MNAC), de 1959 a 1967, nas suas&#xD;
principais linhas, opções estéticas e contexto cultural. Considerando a sua polémica&#xD;
nomeação e acitividade no MNAC, é indispensável analisar também o seu percurso&#xD;
como pintor e o gosto artístico assim desenvolvido. Para concretizar este objectivo foi&#xD;
consultada e articulada a informação dos arquivos do MNAC, do Arquivo Nacional da&#xD;
Torre doTombo, do Arquivo Distrital da Guarda, do Arquivo da Santa Casa da&#xD;
Misericórdia, do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, entre outros, sendo&#xD;
divulgada variada documentação inédita, o que permitiu clarificar alguns aspectos&#xD;
relacionados com o percurso de Eduardo Malta como pintor e como director do MNAC.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do&#xD;
grau de Mestre em Museologia</summary>
    <dc:date>2012-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Arte em Portugal no Século XX (1911-1961) José-Augusto França e a perspetiva sociológica</title>
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      <name>Salgueiro, Ana Rita Ferreira dos Santos</name>
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    <updated>2013-04-05T11:00:28Z</updated>
    <published>2012-10-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A Arte em Portugal no Século XX (1911-1961) José-Augusto França e a perspetiva sociológica
Authors: Salgueiro, Ana Rita Ferreira dos Santos
Abstract: A presente dissertação aborda criticamente A Arte em Portugal no Século XX (1911-&#xD;
1961), publicada em 1974. Obra chave na produção teórica de J.-A. França e segunda&#xD;
parte de um trabalho iniciado com o estudo do século XIX, o conjunto é unanimemente&#xD;
considerado um marco fundamental na historiografia da arte em Portugal. Partindo da&#xD;
Sociologia da Arte, perspetiva teórico-metodológica preconizada por J.-A. França,&#xD;
propõe-se a análise do autor como figura discursiva, desenvolvendo com base na obra,&#xD;
um conjunto de pontos-chave que se discutem de forma progressiva. O estudo incide&#xD;
particularmente sobre os limites cronológicos, as fontes nacionais, a estrutura, as&#xD;
gerações e a noção de exceção e ideal.
Description: Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau&#xD;
de Mestre em História da Arte: Variante Contemporânea</summary>
    <dc:date>2012-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Contributos para um Programa de Interpretação e Comunicação na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves</title>
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    <author>
      <name>Morgado, Raquel Martins de Sousa</name>
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    <id>http://hdl.handle.net/10362/9218</id>
    <updated>2013-03-28T10:11:50Z</updated>
    <published>2012-10-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Contributos para um Programa de Interpretação e Comunicação na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves
Authors: Morgado, Raquel Martins de Sousa
Abstract: As casas-museu como todos os espaços museológicos perpetuam vivências e memórias de uma determinada figura, família, grupo social ou religioso. Nas casas-museu há três vertentes do acervo indissociáveis da sua vocação enquanto entidade museal; edifício, coleção e patrono. Também na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves é na interligação equilibrada e na complementaridade daquelas vertentes que reside a sua singularidade e o potencial de valorização do seu acervo, preservando-o, interpretando-o e comunicando-o a diversos públicos.&#xD;
No presente trabalho de projeto no âmbito do mestrado em Museologia abordamos esta problemática através do estudo e caracterização da CMAG, da elaboração de um diagnóstico respeitante à comunicação, procurando identificar as mais-valia e algumas carências, de modo a apresentar um conjunto de contributos para a programação museológica no que concerne a interpretação e a comunicação, propondo algumas soluções práticas e exequíveis.
Description: Trabalho de Projeto apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Museologia</summary>
    <dc:date>2012-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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